colegioosilustrescolegioosilustreshttps://www.colegioosilustres.pt/noticias. ]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/08/27/-2https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/08/27/-2Thu, 27 Aug 2020 10:49:39 +0000
Atípico. Será este o adjectivo que melhor define o final do ano lectivo passado e o que agora se vai iniciar no princípio de Setembro. No colégio ‘Os Ilustres’ temos tudo preparado para receber, com todas as condições de segurança e saúde, os nossos alunos, pais e demais comunidade escolar.
A pandemia veio mudar, literalmente, o mundo como o conhecíamos até então.
Com um impacto gigantesco na economia, mas sobretudo na forma como nos relacionamos, o Coronavírus veio mudar por completo as interações e rotinas familiares, sociais e, naturalmente, também as escolares.
Conscientes de um novo normal, resultado da pandemia global que ainda vivemos, a direção do colégio, desde o primeiro momento que cumpre todas as normas e protocolos exigidos pelas autoridades de saúde nacionais e internacionais.
Este arranque de ano lectivo será, com certeza, diferente para todos, mas sempre com o objectivo primeiro de pugnar pela saúde e segurança da nossa vasta comunidade escolar.
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CORONAVÍRUS: CUIDADOS A TER COM AS CRIANÇAS]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/08/27/CORONAV%C3%8DRUS-CUIDADOS-A-TER-COM-AS-CRIAN%C3%87AShttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/08/27/CORONAV%C3%8DRUS-CUIDADOS-A-TER-COM-AS-CRIAN%C3%87ASThu, 27 Aug 2020 10:47:44 +0000
A Diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas, disse recentemente que “compensou ter aberto presencialmente uma parte do ensino nas últimas semanas do último ano letivo”, pois a percentagem de pessoas infetadas em estabelecimentos de ensino foi muito pequena (a rondar os 0.2%).
A especialista em saúde pública falava aos jornalistas na conferência de imprensa de atualização dos dados da pandemia da COVID-19, onde foi questionada sobre os ensinamentos retirados da reabertura parcial do ensino presencial no final do último ano letivo.
“Nós aprendemos com o final do ano letivo presencial que o risco não é zero […], mas cumpridas regras, nomeadamente da máscara, distância física, higienização […], as vantagens de frequentar o ensino superam muito o risco”, disse Graça Freitas, destacando que os poucos casos de COVID-19 que surgiram “tiveram evolução muito positiva”.
Com a abertura do ano lectivo, o que se pode esperar? Que medidas tomar?
Os estudos demonstram que a pandemia do novo coronavírus tem poupado as crianças.
Quando infetados pelo novo coronavírus, os mais pequenos têm tendência a apresentar sintomas mais ligeiros e um menor risco do que os adultos. Ainda assim, há precauções a tomar, sobretudo na proteção dos mais velhos, que podem ser contaminados por uma criança infetada mas assintomática.
1. Como se manifesta a Covid-19 nas crianças? A que sintomas os pais devemos estar atentos?
Ao contrário do que parece suceder com os adultos, a COVID-19 na grande maioria das crianças pode não dar quaisquer sintomas ou dar sintomas ligeiros parecidos com uma constipação ou gripe. As crianças podem ter febre, tosse e por vezes dificuldade em respirar. Em alguns casos queixam-se de cansaço, dores no corpo, dor de garganta e apresentam diarreia.
2. Como distinguir de uma gripe ou constipação normal?
Não há forma de distinguir pelos sintomas uma gripe ou uma constipação da COVID-19, sobretudo em crianças. O diagnóstico confirmado de COVID faz-se usando o teste específico para esta doença e deve ser aplicado apenas se sintomas respiratórios: febre ou tosse ou dificuldade respiratória e um contacto com caso confirmado.
3. As crianças são um grupo de risco? Porquê?
Apesar da COVID-19 ser uma doença recente, descoberta há menos de 3 meses, os estudos demonstram que esta pandemia tem poupado as crianças, não existindo mortes no mundo pela COVID-19 em idade pediátrica.
As crianças são sim um risco para as pessoas mais velhas, sobretudo os avós, já que não tendo sintomas ou tendo tosse ligeira podem transmitir a doença através das gotículas e das fezes, provocando doença grave nos idosos ou mesmo a morte.
4. Em que situações é que as crianças devem ir ao Hospital?
A vigilância de bebés pequenos (crescimento, alimentação, exame físico) é extremamente importante. O pediatra ou médico assistente poderá avaliar a necessidade de consultas noutras idades, de acordo com particularidades em cada criança.
Relativamente à vacinação consideramos que as primeiras doses de vacinação num bebé são prioritárias: previnem doenças e são uma questão de saúde pública. Aconselhamos por isso vacinação em todos os bebés até aos seis meses e aos bebés de 12 meses. As vacinas dos 18 meses, 5 e 10 anos poderão ser adiadas.
Recordamos ainda que crianças com sintomas respiratórios não devem dirigir-se à consulta e se os sintomas forem ligeiros podem controlar a doença em casa, isolados. Recorram apenas à urgência criteriosamente se persistência de febre, prostração, gemido ou irritabilidade, recusa em alimentar, vómitos ou diarreia persistentes, manchas no corpo ou agravamento da dificuldade em respirar.
Fontes: DGS + CUF
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MUSEU DO DINHEIRO]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/08/27/MUSEU-DO-DINHEIROhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/08/27/MUSEU-DO-DINHEIROThu, 27 Aug 2020 10:42:09 +0000
Uma viagem pela história do dinheiro desde o seu aparecimento até aos nossos dias, é o que propomos este mês. Uma visita ao Museu do Dinheiro.
No Museu do Dinheiro as crianças ficam a perceber como nasceu a primeira moeda e a primeira nota. Ficam também a saber como era feito o cambio do dinheiro, e como é que as sociedades portuguesa e do mundo aceitaram esta inovação.
O Museu do Dinheiro procura interagir o mais possível com o visitante e para isso recorre a tecnologia multimédia. A viagem pela história do dinheiro mostra muitas moedas e notas raras.
Pode ver dinheiro antigo não só de Portugal, mas também de outros países, que é fornecido pelo Banco de Portugal. Também ficará a conhecer alguns dos objetos que eram usados, antigamente nos bancos assim como máquinas, chapas de impressão, esboços e desenhos que estão na origem das moedas e notas.
A possibilidade de tocar numa barra de ouro, de verificar se o dinheiro que trazemos no bolso é genuíno e uma simulador de um poço de desejos farão os mais pequenos vibrar.
Antes de sair do Museu do Dinheiro não se esqueça de cunhar e imprimir virtualmente uma moeda e nota com o rosto dos seus miúdos!
No Museu do dinheiro encontra uma cafetaria, um auditório, salas de experimentação e outras áreas de conhecimento. Como a entrada é gratuita aproveite essa poupança e leve uma recordação da loja do museu!
Informação útil:
Antiga Igreja de S. Julião
Largo de S. Julião 1100-150 Lisboa T. +351 213 213 240 / info@museudodinheiro.pt
Entrada livre e aberto de quarta a domingo, das 10h00 às 18h00.
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. ]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/06/28/-3https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/06/28/-3Sun, 28 Jun 2020 17:23:31 +0000]]>SUGESTÃO PARA FAZER EM FAMÍLIA: SEMIFRIO DE MORANGO]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/06/28/SUGEST%C3%83O-PARA-FAZER-EM-FAM%C3%8DLIA-SEMIFRIO-DE-MORANGOhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/06/28/SUGEST%C3%83O-PARA-FAZER-EM-FAM%C3%8DLIA-SEMIFRIO-DE-MORANGOSun, 28 Jun 2020 17:22:49 +0000
Com o Verão e as férias grandes a chegar, nada melhor que o tempo que se passa em família. Brincadeiras na praia ou no campo, passeios de final de dia, almoços que se estendem pela tarde...
Mas, nesta edição, sugerimos uma deliciosa actividade que poderá envolver toda a família: fazer um semifrio de morango saudável e simples, que se prepara em dez minutos, segundo A Pitada do Pai.
Para que conste, este semifrio de morango saudável é uma deliciosa tentação, mas sem peso na consciência! Esta sobremesa é uma opção acertada para qualquer mesa ou ocasião por causa do sabor fresco dos morangos e da sua textura cremosa.
Este semifrio de morango saudável não demora muito tempo a preparar e os ingredientes são fáceis de encontrar.
Caso queira, pode alterar o sabor e usar outra fruta. Por certo, ficará igualmente saboroso!
Ingredientes
500 ml Bebida vegetal (ou leite) 4 ovos 4 colheres de sopa de açúcar de coco (ou outro adoçante) 2 colheres de chá amido de milho 1 saqueta gelatina de morango sem açúcar 200 a 300 gr, morangos lavados (ou outra fruta)
Passos
Num tacho, comece por colocar o leite a aquecer. Numa taça, coloque as gemas de ovo, o açúcar e o amido de milho. Mexa bem e junte esta mistura ao leite, mexendo sempre até engrossar. Entretanto, retire do lume, adicione a gelatina em pó e mexa bem para dissolver. Deixe arrefecer. À parte, bata as claras em castelo e triture os morangos. Envolva gentilmente os morangos e as claras.
No final, junte as misturas e envolva bem. Leve ao frio a solidificar cerca de 1 hora.
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CUIDADOS COM O SOL E O CALOR]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/06/28/CUIDADOS-COM-O-SOL-E-O-CALORhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/06/28/CUIDADOS-COM-O-SOL-E-O-CALORSun, 28 Jun 2020 17:21:26 +0000
O sol e as crianças são uma combinação mais que perfeita. O bom tempo é sinónimo de brincar em liberdade, ao ar livre, no parque, no jardim, no campo, na praia,… Mas a preocupação e os cuidados com o sol e o calor para defender a saúde da pele é um cuidado que se deve ter em todos os momentos, e não apenas em férias ou nas idas à praia.
O sol tem muitas vantagens para a nossa saúde. Uma exposição moderada é positiva e estimulante para o organismo. Influência a produção de certas hormonas e tem uma ação antidepressiva. O calor solar melhora a circulação dos músculos e articulações.
Ao nível da pele, a radiação ultravioleta (UV) estimula a síntese da vitamina D que intervém no metabolismo do cálcio para ossos saudáveis, e parece ter um efeito preventivo no aparecimento de certas neoplasias. A radiação do sol também pode melhorar algumas doenças da pele (psoríase, dermatite seborreica e acne ligeira).
Mas a exposição solar excessiva é prejudicial. A exposição desprotegida e prolongada ao sol e o calor intenso são particularmente perigosos para os mais novos, podendo causar queimaduras solares (escaldões) mais ou menos graves, cataratas, enfraquecer o sistema imunitário, golpes de calor, insolação e mesmo choque.
Por que é tão importante proteger a pele dos bebés e das crianças?
A pele dos bebés e das crianças é muito frágil e fina e, por isso, facilmente sujeita agressões como queimaduras solares e a desidratação. Para além disso, tem menos defesas naturais: as glândulas sudoríparas ainda são imaturas, não produzindo suor suficiente para arrefecer o corpo, e a melanina (pigmento que protege a pele contra os raios ultravioletas) é produzida em quantidade insuficiente para conferir a proteção necessária da pele.
Por tudo isto, a pele dos bebés e das crianças deve ser sempre protegida antes das saídas para o exterior, mesmo que tal não signifique férias uma ida à praia.
Outra questão a ter em mente: os bebés com menos de seis meses não devem ser expostos diretamente ao sol e as crianças até aos dois anos devem usar roupa durante o período de exposição solar.
Como vestir a criança para o calor ou para a praia?
A proteção da pele e dos olhos é essencial para desfrutar do sol e do calor com segurança. Considerando a natural imaturidade da pele infantil, nos dias de calor, a criança deve vestir roupa adequada, usar chapéu e óculos de sol.
O que não pode esquecer:
Roupa larga, de algodão e de cores escuras;Chapéu de abas largas (que proteja a cabeça, orelhas e pescoço);Óculos com proteção ultravioleta igual ou superior a 99%.
Desfrutar do sol e do calor com segurança
Para uma proteção eficaz, o horário de exposição ao sol, a proteção da pele com um produto específico e a hidratação são três regras de ouro. Um mito comum refere-se ao índice de proteção solar.
Muitas pessoas começam a época balnear com um protetor solar de índice elevado que vão diminuindo ao longo do verão. Contudo, e especialmente no caso dos bebés e das crianças, o índice recomendado é sempre o fator de proteção máxima.
Os cuidados básicos na exposição ao sol:
Evite a exposição solar nas horas de maior calor (das 11h às 17h);Escolha um protetor solar com fator de proteção muito elevado (superior a 50), hipoalergénico e resistente à água;Aplique generosamente protetor solar 30 minutos antes da exposição solar (tempo médio que a pele precisa para o absorver);Reaplicar protetor solar a cada duas horas e depois de a criança ir à água (no rosto e corpo);A pele coberta com o fato de banho, calções ou t-shirt também deve ser protegida com protetor solar e não apenas a pele exposta ao sol;Aplicar protetor solar mesmo nos dias nublados (uma vez que a radiação solar atravessa as nuvens e tem iguais efeitos negativos na pele);Certifique-se que o protetor solar está dentro do prazo de validade (regra geral, o prazo de validade é de 12 meses após a abertura da embalagem pelo que, não se devem utilizar sobras do ano anterior);Sempre que possível, escolha uma zona com sombra ou leve um guarda-chuva de praia para criar uma zona segura para as brincadeiras na areia;Ofereça regularmente água à criança;Ofereça refeições ligeiras;Depois do banho, aplique um hidratante para refrescar e acalmar a pele.
Atenção aos golpes de calor!
Dores de cabeça, tonturas, vómitos, excitação ou perda de consciência são sintomas de golpes de calor. Nesta situação, a criança deve ser deitada em local arejado e à sombra, com a cabeça elevada.
Colocar compressas frias na cabeça e oferecer água fresca é igualmente importante. Em caso de perda dos sentidos, a criança deverá ser colocada de lado e transportada de imediato para o hospital.
Fonte: Mãe me quer
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DINOSSAUROS AO AR LIVRE]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/06/28/DINOSSAUROS-AO-AR-LIVREhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/06/28/DINOSSAUROS-AO-AR-LIVRESun, 28 Jun 2020 17:19:00 +0000
Férias de Verão convidam sempre a actividades ao ar livre. Nesta edição, que antecede as férias grandes, sugerimos uma viagem no tempo com os mais novos ao parque mais jurássico da Lourinhã, onde as novidades são “monstruosas” e prometem dar continuidade ao valor, tanto pedagógico quanto lúdico, que caracterizam o Dino Parque da Lourinhã.
Durante o mês de maio, foi inaugurada a Torre de Observação Jurássica, com cerca de seis metros de altura, onde os visitantes podem contemplar uma vista deslumbrante sobre os principais e emblemáticos modelos de dinossauro do Dino Parque, incluindo os famosos diplodocos e T-Rex.
EXPOSIÇÃO EM JUNHO
Desde 20 de junho, o Parque vai apresenta a exposição “BIG 5”, uma exposição temporária durante o verão deste ano, e dedicada às maiores espécies terópodes da Europa. Conforme explica Simão Mateus, Diretor Científico do Dino Parque “são cinco dos maiores dinossauros carnívoros da Europa, sendo o Torvosaurus o maior de todos e existiu aqui mesmo em Portugal, na Lourinhã, assim como o Allosaurus ou o Baryonyx. Este último já descoberto no Cabo Espichel e também em Inglaterra. Temos ainda o Neovenator, da ilha de Wight, no Canal da Mancha, e o Wiehenvenator, da Alemanha, cada um com contribuições específicas para a paleontologia.”
ESPÉCIE ÚNICA EM JULHO
Nos primeiros dias de julho, o Parque vai receber uma novidade a nível mundial: o modelo em escala real, produzido pela primeira vez, de um dinossauro único que viveu apenas na região da atual Lourinhã: o Miragaia logicollum. Podendo atingir sete a oito metros, e duas toneladas de peso, este espécime viveu no período Jurássico Superior, pertencente ao grupo dos estegossauros. À semelhança dos restantes membros deste grupo, possuía um par de fiadas de placas ósseas e espigões ao longo do dorso e da cauda.
O seu longo pescoço 17 vértebras cervicais representam mais cinco do que as do estegossauro e mais dez do que a girafa. Os fósseis do Miragaia que podem ser observados no Dino Parque foram encontrados em Miragaia, na Lourinhã. Outro exemplar de Miragaia encontrado na Atouguia da Baleia, Peniche, poderá ser visitado muito brevemente no Museu Geológico em Lisboa.
O parque de dinossauros reabriu ao público no passado dia 20 de maio com um conjunto de medidas de controlo que garantem a segurança de todos os visitantes e colaboradores. Desde a sua abertura já recebeu quase 600 mil visitantes.
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O REGRESSO AO COLÉGIO EM SEGURANÇA]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/05/28/O-REGRESSO-AO-COL%C3%89GIO-EM-SEGURAN%C3%87Ahttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/05/28/O-REGRESSO-AO-COL%C3%89GIO-EM-SEGURAN%C3%87AThu, 28 May 2020 09:40:47 +0000
Cumprindo com o designado pelo Governo, e dando resposta às necessidades de alguns pais, o Colégio reabriu a dia 18 deste mês com a valência de creche. O pré-escolar está autorizado a abrir apenas a 1 de Junho.
De sublinhar que o Colégio ‘Os Ilustres’ cumpre com todas as medidas e procedimentos publicados no documento da Direção-Geral de Saúde “Orientações 025/2020”, publicado no dia 13 de Maio, sendo que a maioria já eram prática corrente no colégio, sem nunca comprometer o que é uma condição necessária e fundamental ao funcionamento dos equipamentos de natureza socioeducativa, como creches e jardins de infância, que é dar carinho, colo, brincar e partilhar com todas as crianças.
Ainda que alguns pais estejam relutantes em trazer os seus filhos nesta primeira fase de desconfinamento, por questões de socialização e segurança, são já algumas as crianças que frequentam o colégio.
O facto de se ter iniciado apenas com a valência de creche ajudou especialmente na afinação dos procedimentos elegíveis e na tranquilização dos profissionais. Para segurança de toda a comunidade escolar, todos os colaboradores realizaram o teste Covid-1.
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ENTREVISTA A DANIEL SAMPAIO]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/05/28/ENTREVISTA-A-DANIEL-SAMPAIOhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/05/28/ENTREVISTA-A-DANIEL-SAMPAIOThu, 28 May 2020 09:39:13 +0000
Nesta edição da newsletter de ‘Os Ilustres’, que coincide com o momento de desconfinamento cauteloso que se começa a fazer, deixamos-lhe como sugestão de leitura uma entrevista do psicólogo e psiquiatra Daniel Sampaio à revista Visão, que nos traz uma perspectiva serena e desdramatizada do momento que vivemos e de muitos outros temas muito relevantes.
"Vamos conviver com familiares e amigos. É crucial mantermos as relações afetivas mais íntimas"
Há vozes assim, como a de Daniel Sampaio. Não gritam, nunca se exaltam e, no entanto, parecem dizer o indizível. Aquilo que (quase) todos nós estamos a sentir, mas não estamos a conseguir dizer. Sobre a pandemia e os seus efeitos nas relações humanas, escutemos então o professor catedrático jubilado de Psiquiatria e Saúde Mental da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa – que, aos 73 anos, descobriu as vantagens de morar num rés do chão.
Como tem vivido o confinamento? Com profunda inquietação e renovada esperança. Inquieto, porque afastado da família e dos amigos. Triste, porque, como médico idoso, já não posso estar na linha da frente. Felizmente, estou em contacto com vários colegas. Também tenho lido muito.
Tem lido sobre a epidemia? Procuro informar-me sobre a epidemia, mas também leio ficção. Um dos meus escritores favoritos é Javier Marías. Tinha adiado a leitura da sua obra O Teu Rosto Amanhã (são três volumes, cerca de 1 300 páginas), mas agora já vou no 3º volume, com prazer sempre crescente.
Também disse que tem esperança. Felizmente, não me falta esperança. Vejo o Serviço Nacional de Saúde a dar uma boa resposta, longe do colapso que os seus detratores vaticinavam. Todos os dias admiro o trabalho dos profissionais de saúde. Preocupo-me com o que se vai passar em maio. Acho que os dirigentes da Saúde e os políticos devem inovar em termos de comunicação com a população. Precisam de estar mais próximos dos profissionais de saúde, reunindo diretamente com eles. E precisam de ser mais claros sobre a fase de descompressão. Considero que Governo e Presidente da República poderiam ouvir mais a academia (sobretudo as escolas médicas), onde está o centro da investigação clínica e epidemiológica. Entendo também que se deveria começar a educar a população para o uso de máscara: a mensagem tem de ser clara e afirmativa, não basta recomendar a utilização. E, se tencionamos abrir as escolas secundárias, é preciso, desde já, ter mensagens dirigidas aos estudantes, professores e pais sobre o modo de proceder.
A pandemia vai alterar o nosso modo de vida ou, assim que a situação sanitária o permitir, vamos retomá-lo? Não poderemos, pelo menos durante um ano, retomar o nosso modo de vida anterior. Teremos de encontrar novas formas de relacionamento, sempre com alguns cuidados. Mas não confundamos o contacto com estranhos em espaços fechados com as nossas relações mais próximas. Vamos conviver com familiares e amigos. É, aliás, crucial mantermos as relações afetivas significativas, sobretudo as mais íntimas.
As famílias vão poder conviver? As famílias vão estar confinadas durante bastante tempo e, por isso, para já, em termos de contágio, nada têm a recear entre si. É bom estarmos todos informados com antecedência sobre o que fazer neste mês de maio. E é importante ter sempre presente que distância física não pressupõe isolamento afetivo. Mesmo com os idosos (que teremos de continuar a proteger), é decisivo reforçar o contacto e reduzir o afastamento.
Como podem os idosos aceitar o confinamento prolongado? Os estudos preliminares indicam que há dois grupos de pessoas a reagir com mais dificuldade à epidemia: os adolescentes e os mais velhos. Os jovens reagem com mais problemas, porque a sua vida foi profundamente afetada: não saem com os amigos, não frequentam locais de diversão noturna, veem afetada a interação amorosa, tão importante nesta idade. Como têm maior capacidade de resistir à infeção, serão os primeiros a ficar menos restringidos, a partir de maio, como se espera. Quanto aos mais velhos, em muitos casos, já saíam pouco. Para eles, a epidemia é mais ameaçadora, não só porque passam a vida a ouvir dizer que são um grupo de risco, mas sobretudo porque as notícias sobre a morte dos mais idosos são muito inquietantes. Outra dificuldade é para aqueles que têm netos e que não os podem ver como dantes, o que diminui algum bem-estar no seu quotidiano. No meu entender, faria sentido ter mensagens dirigidas sobretudo a estas duas faixas etárias.
Trata-se de um vírus cruel no que diz respeito ao relacionamento entre gerações, entre avós e netos. Que efeitos é que isso pode ter num país como Portugal? A situação é muito difícil para avós e netos, sobretudo quando existia uma relação importante. Nem sempre isso acontece na adolescência dos netos: quando o relacionamento não foi cuidado na infância, a multiplicidade dos desafios da adolescência afasta as gerações, e os avós queixam-se de que os netos não aparecem. Quando já houve muito contacto antes da epidemia, a relação vai sobreviver ao afastamento, mas deve ser “alimentada” pelo virtual e pelo contacto com o tal “distanciamento social”. Pela minha parte, vejo os meus netos à entrada das casas ou converso com eles à janela: aliás, descobri agora a grande vantagem de morar num rés do chão.
Numa entrevista recente à VISÃO, falava sobre o facto de a casa ser um sítio privado, onde a vida profissional não deve entrar. Com o teletrabalho e “a escola em casa”, como fica esta questão? A situação é muito mais problemática para as famílias com dificuldades que vivem em casas pequenas. Nesses casos, a privacidade é difícil e pode haver mais problemas. É muito importante ouvir os filhos sobre a forma de todos se relacionarem, em vez de serem os pais a impor horários e atividades. E é sempre possível criar zonas de privacidade, para um pai ter uma conversa mais íntima com um filho. E, como não estamos em “prisão domiciliária” (uma expressão a evitar), poderemos sair e dar um passeio a dois. Aos pais, é colocado um grande desafio: estar a trabalhar em casa, ajudar os filhos na escola virtual, organizar o lar.
Nas famílias, que efeito terá a pandemia? Haverá um baby boom ou um aumento de divórcios? Ou apenas acentuará os problemas que já existiam? É difícil prever. Depende muito da forma como o casal se relacionava antes. Se a relação já se caracterizava por hostilidade, criticismo e falta de reconhecimento do outro, é natural que os padrões disfuncionais se agravem com a crise. Se, pelo contrário, a relação era sólida, é provável que o casal se aproxime e reinvente novas formas de intimidade.
A seu ver, que impacto pode o confinamento vir a ter nas crianças? Já falou nos adolescentes… Penso que as crianças vão evoluir bem. Em breve, poderão conviver com os colegas e amigos e, como estiveram próximas dos pais, ultrapassarão esta crise, sobretudo se os progenitores forem capazes de regular as suas emoções. Estou mais preocupado com os adolescentes. Já existiam sinais de problemas em algumas pessoas desta faixa etária: sintomas de ansiedade e depressão, consumo de álcool e canabinoides, utilização problemática da internet, violência no namoro…
A tal questão de a pandemia poder vir a agravar os problemas já existentes. Para que possa existir uma boa evolução de todos os adolescentes, é necessário mudar a relação com os pais, no sentido de garantir uma progressiva autonomia, alterar a relação com os amigos e resolver as questões do amor e da sexualidade. Neste último aspeto, já se verificavam, de facto, alguns comportamentos preocupantes como, por exemplo, o excessivo recurso à pornografia e a valorização do autoerotismo. Agora, é crucial restabelecer os vínculos de amor, pois não há nada mais importante na vida do que amar e ser amado. Como a infeção nos mais novos é menos grave, é preciso restabelecer, com a urgência possível, os seus relacionamentos. Deixemos os jovens reinventar o amor.
Em três tempos, passámos de uma escola presencial para uma escola virtual. No curto prazo, como vê esta situação? A passagem para uma escola virtual foi precipitada pela epidemia. Com algumas exceções, vivíamos com uma escola do século XX: professores a falar sem parar, escolas com má internet ou sem ela, ausência de pesquisa e de trabalho de grupo, muitos professores infoexcluídos. A indisciplina grassava e a boa relação professor-aluno, individualizada, era pouco frequente. Com esta doença, a escola virtual teve de aparecer à pressa, porque isso era algo completamente estranho à maioria dos estabelecimentos de ensino. Acho que as crianças e os jovens vão-se adaptar, até porque esta situação não durará muito tempo.
E os pais? E os professores? Os pais ficarão com uma noção mais aproximada do funcionamento da escola, o que poderá ser positivo. É importante que aproveitem esta experiência para promover a autonomia nas aprendizagens, um objetivo fundamental na educação. Espero que os professores também aproveitem esta situação para alterarem as suas metodologias de ensino, transformando a sala de aula num grupo de trabalho cooperativo. Pôr os alunos ativos na sala, evitar longas exposições teóricas, fugir de filmes prolongados em sala obscurecida onde os alunos adormecem, saber tirar partido da heterogeneidade da turma. São apenas alguns exemplos do muito que há para modificar na sala de aula.
Nesse sentido, a “escola em casa” pode vir a trazer benefícios? A “escola em casa” não se prolongará por muito tempo: aproveitemos o “estudo em casa” para consolidar ligações afetivas, sem nunca esquecer que a família não é uma democracia e que, em última análise, são os pais que têm de decidir.
Nesta fase, como devem os pais impor regras? As regras não podem ser impostas, têm de ser construídas na relação. Aconselho a que se sentem todos e, em conjunto, definam como vão funcionar (esta ideia é para os filhos de todas as idades, mas é decisiva com adolescentes). Escutarem-se todos ativamente, com os pais a reformularem as ideias que apareçam. Também é importante definir horários de pais e filhos, inclusive com tempo para o exercício físico (crucial neste momento), o lazer e o contacto com amigos e familiares. Não adiar as tarefas, mas ter alguma flexibilidade de horários durante o dia. Deitar cedo, sempre à mesma hora. Estimular as crianças a trabalharem sozinhas e só recorrerem aos pais em caso de dúvidas.
Sempre refletiu sobre o impacto dos telemóveis na relação entre pais e filhos. Este contexto traz alguma novidade a esse nível? Já o disse noutro local e repito: espero que, depois desta crise, ninguém possa dizer mal dos telemóveis. Já pensaram como seria tudo isto sem um smartphone? Todos os adolescentes utilizam muito o telemóvel, alguns fazem uma utilização problemática e poucos são verdadeiramente dependentes (o telefone é o centro da vida e, quando são privados do seu aparelho, têm sintomas psicológicos e até físicos). A investigação tem demonstrado que os jovens dependentes tinham má relação com os pais antes da dependência. Por isso, é essencial definir, em conjunto, regras de utilização, deixando de utilizar o telemóvel às refeições e à hora de deitar, nunca dizer mal da internet, partilhar aquilo que lá se pode ver e que possa interessar a todos. A palavra-chave é a confiança: em nenhuma circunstância se deve olhar para o telefone de um filho sem o seu consentimento.
A internet também é uma arma contra a pandemia? É uma arma muito poderosa. Traz-nos informação pertinente, que temos de distinguir da que não tem credibilidade; ajuda nos nossos estudos; põe-nos em permanente contacto com amigos e familiares; traz-nos músicas, anedotas, receitas; faz-nos, sobretudo, muita companhia. Deve ser usada, contudo, com parcimónia: o excesso de ecrãs interfere com o sono; a insónia é um dos sintomas mais frequentes neste período de epidemia. A dificuldade em dormir está relacionada com a dificuldade que vivemos neste momento, mas é provável que também se relacione com excesso de utilização do telemóvel.
Nas democracias liberais do Ocidente, aceitaremos ter uma aplicação no telemóvel que nos diz a quantos metros estamos, por exemplo, de um infetado? Não podemos aceitar, não aceitaremos essa intromissão na nossa liberdade. Há muitas formas de verificar o grau de imunidade de grupos populacionais; a mais importante parece-me ser a realização de testes serológicos, com critério. Se falarmos diretamente com as pessoas (e não apenas através de conferências de imprensa já muito desgastadas), obteremos a sua colaboração para criarmos uma crescente imunidade de grupo. Estamos a passar da fase heroica da epidemia (salvar vidas) para a fase de resolução, só possível com uma ação comunitária que envolva todos os grupos-alvo.
Vivemos uma transição acelerada para uma sociedade digital? Sim, esta epidemia vai obrigar a uma passagem rápida para uma sociedade digital, que quase só existia no papel (apesar de haver um ministro da Transição Digital…). E, mais uma vez, ficaram demonstradas as desigualdades gritantes da nossa sociedade, com os pobres sem casas espaçosas nem internet, os remediados e ricos com outros recursos. O problema é que esta passagem vai ser feita à pressa, sem reflexão profunda. A sociedade fica mais digital “porque sim”. As reflexões no espaço público, com as sempre honrosas exceções, têm sido caracterizadas por frases feitas, do género “vai tudo ficar bem” e “nada será como dantes”. Muita coisa vai ficar mal. E, já agora, qual é o “antes” de que falam?
Não estamos preparados para lidar com este modo confinado de viver, mais introspetivo. A que perguntas é mais urgente responder? Como vai ser o amor na sociedade digital? Como cultivaremos a intimidade? Da experiência do teletrabalho, conseguiremos tirar a ideia (já posta em prática em países evoluídos) de que temos de estar mais tempo em casa, para amar e educar os filhos? Depois de um período de ausência de reflexão crítica como aquele que estamos a viver em confinamento, seremos capazes de criar movimentos cívicos que nos alertem para os grandes problemas do nosso tempo, fora do imediatismo dos partidos políticos? Como substituiremos a realidade virtual que hoje nos cerca por uma participação real, cívica e mesmo transformadora? A verdade é que este isolamento e este combate sem tréguas contra a epidemia ainda não criaram a esperança num futuro melhor. O momento de descompressão, em maio, vai ter de ser aproveitado para, justamente, percebermos como teremos de ser diferentes no futuro. Com mais tempo uns para os outros, com mais aptidão para perceber o que o outro sente, com mais capacidade de entender e praticar o amor. E com mais força para recusar a guerra, mesmo que esta seja só dentro de nossas casas.
Fonte: Visão
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UM PASSEIO DE ELÉCTRICO 28, SENTADOS NO SOFÁ]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/05/28/UM-PASSEIO-DE-EL%C3%89CTRICO-28-SENTADOS-NO-SOF%C3%81https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/05/28/UM-PASSEIO-DE-EL%C3%89CTRICO-28-SENTADOS-NO-SOF%C3%81Thu, 28 May 2020 09:34:38 +0000
Desta vez, trazemos-lhe uma sugestão para fazer nesta fase de desconfinamento em que todas as cautelas são poucas: dar um passeio por Lisboa, a bordo do elétrico 28, através de uma viagem virtual, onde poderá conhecer alguns dos locais mais interessantes do património histórico e arquitectónico da capital portuguesa.
Os elétricos são o transporte ideal para conhecer alguns dos locais mais interessantes do património histórico e arquitectónico de Lisboa.
O mais conhecido é o Elétrico 28 que faz a viagem entre o Martim Moniz e Campo de Ourique. O percurso começa no centro histórico, no Largo Martim Moniz, e dirige-se ao bairro da Graça, continuando para a Igreja de São Vicente de Fora. Segue para Alfama, passando por algumas das ruas e largos mais pitorescos das zonas medievais de Lisboa, como a Rua das Escolas Gerais ou o Largo das Portas do Sol, um miradouro sobre a encosta até ao rio.
Continua em direção à Baixa, passando pela Sé, facilmente identificada pela sua fachada românica, pela Igreja de Santo António e começa a descer pela movimentada Rua da Conceição, uma rua de comércio tradicional conhecida da população lisboeta pelas retrosarias.
O elétrico segue para a colina do Chiado, parando quase por certo em frente à conhecida “Pastelaria A Brasileira”. Ao longo do percurso, vale a pena reparar na arquitetura dos edifícios que se vão sucedendo e nos azulejos das fachadas.
Depois do Largo do Camões, às portas do Bairro Alto, o elétrico volta a descer a colina, desta vez pela Calçada do Combro e, mais à frente, passa pelo edifício da Assembleia da República, antigo Convento de São Bento. A seguir à Basílica e ao Jardim da Estrela, o 28 continua o percurso atravessando Campo de Ourique, um bairro residencial com tradição, e termina no Largo dos Prazeres.
Para fazer esta visita virtual, clique aqui.
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NOVAS DINÂMICAS DE AULAS EM TEMPOS DE PANDEMIA]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/04/27/NOVAS-DIN%C3%82MICAS-DE-AULAS-EM-TEMPOS-DE-PANDEMIAhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/04/27/NOVAS-DIN%C3%82MICAS-DE-AULAS-EM-TEMPOS-DE-PANDEMIAMon, 27 Apr 2020 13:57:00 +0000
A pandemia Coronavírus conduziu-nos para uma realidade nunca antes imaginada, que nos obrigou a todos a improvisar e, em tempo record, implementar soluções criativas que nos permitam manter uma normalidade de funcionamento o mais próxima possível da rotina que tínhamos até então.
No caso do colégio ‘Os Ilustres’, desde 16 de Março que as educadoras de todas as salas, através das plataformas Zoom e Microsoft Teams, têm desenvolvido as actividades com o seu grupo de crianças e pais, seguindo o plano pedagógico proposto semanalmente.
Como em qualquer solução improvisada, no sentido de manter os alunos envolvidos em aprendizagem contínua, os desafios têm aparecido. Nem sempre é fácil coordenar esta nova dinâmica com as tarefas e disponibilidades dos pais, ou com as tarefas de cada elemento da equipa, que também está em casa, a atenção dos alunos é mais difícil de conseguir, as questões técnicas nem sempre facilitam, mas o mais importante é que todos os envolvidos, do colégio, aos alunos, passando pelos pais, e educadoras, estão empenhados.
Quando se quer e há vontade, mesmo à distância, tudo é possível!
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CONSELHOS DE EDUARDO SÁ EM TEMPOS DE PANDEMIA]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/04/27/CONSELHOS-DE-EDUARDO-S%C3%81-EM-TEMPOS-DE-PANDEMIAhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/04/27/CONSELHOS-DE-EDUARDO-S%C3%81-EM-TEMPOS-DE-PANDEMIAMon, 27 Apr 2020 13:53:28 +0000
Neste período de isolamento, em que a vida social está anulada aos mínimos da família nuclear, os desafios para pais e crianças são grandes. O que há dois meses poderia parecer um cenário edílico, hoje, pode ser algo difícil de suportar.
Assim, seleccionámos três artigos do psicólogo Eduardo Sá sobre estes tempos atípicos que todos estamos a viver.
Não, os pais não estão de quarentena!
Vá lá, pais! As crianças reconhecem ter uma pitada de mau génio. Mas, também, não há necessidade de se criar alarme social só por elas ficarem fechadas, em casa, ao vosso cuidado. Nem vale a pena que haja tutoriais para se sobreviver à quarentena, na sua companhia. Nem grupos de WhatsApp com muitos pais preocupados a construírem listagens com um sem-número de actividades para as entreter durante t-o-d—o-s os minutos em que elas estão em casa. Nem mails às tantas da noite para as suas professoras pedindo-lhes (muitos) mais trabalhos de casa. Nem esta súbita paixão pelo tele-trabalho que todos lhes querem atribuir como se, de repente, os tablets fossem sempre os seus melhores amigos; mas para estudar o tempo todo, claro.
Vá lá, pais! Não dêem ouvidos aqueles senhores que recomendam que os pais têm de explicar às crianças que não estão em férias! E não aceitem, sob pena do respeito que elas têm por vós ficar adoentado, que eles vos digam que os pais têm de ter regras, rotinas e horários. E têm, ainda, de dividir o tempo dos filhos entre os estudos e o lazer. E têm de ter disciplina, muita disciplina, para com eles! Como se os pais estivessem de "quarentena" o tempo todo. Ou sem "tutoriais" não fossem pais. Ou só estivessem preparados para "part-time de pais", entre as seis da tarde e as nove da noite. Por mais que esses senhores imaginem que as crianças não distinguem as férias das quarentenas. Ou não entendam que, nas férias, o brilho do olhar dos pais nunca está, também ele, assim, como agora, de "quarentena".
Vá lá, pais! Não recordem aos vossos filhos que eles têm de trabalhar todos os dias enquanto os pais, mesmo com um computador à sua frente, estão de pijama, o tempo todo. O mais importante para elas não é isso! Do que as crianças precisam, mesmo, de perceber não é tanto se os pais são capazes de as entreter; mas se são capazes de as surpreender! E de lhes mostrar que, em vez das 14 horas por dia em que eles estão a correr para todos os lados, sem ser muito claro se fazem um caminho ou se correm em direcção a sítio nenhum; se em vez de não terem nem sábados nem domingos e de, nas horas vagas, o telemóvel acabar por ter mais espaço na sua atenção do que todas as coisas que os filhos são capazes de fazer; ou se em vez de andarem zangados com os vizinhos, zangados com os colegas, zangados com os avós ou zangados com os filhos; se as crianças e os pais, depois da quarentena, serão capazes de se conhecerem melhor e de se tornarem (ainda) mais preciosos uns para os outros.
Vá lá, pais! As crianças já perceberam que nem elas nem os pais podem ficar doentes. Porque todos podemos morrer! E reconhecem que não estão preparadas - é verdade! - para nada disto que estamos a viver. E, por mais que adorem os pais, viverem o tempo todo, debaixo do mesmo tecto, onde o melhor do recreio será ir à varanda, assusta-as; a elas, também. Até porque não sabem como irão resistir aos ralhetes dos pais para arrumarem os brinquedos e outras coisas assim, de manhã até à noite. Por mais que não deixem de reconhecer que os pais só as consigam "ver" a rezingar, à bulha ou a virar a sua paciência do avesso. E admitem que, à medida que os dias passem, elas e os pais tão depressa andarão zangados uns com os outros, como tristonhos, enfadados ou com raiva, por exemplo. Por tudo ou por nada, como acontece com todos nós. E estão até, preparadas - é bom que saibam! - para ver os pais a discutir por coisas sem importância. E, ao mesmo tempo, a dizerem-lhes para não estarem preocupadas, "porque não se passa nada". Mas - vá lá, pais! - dêem às rotinas das crianças só mesmo a importância que elas merecem. E reconheçam que as crianças estão é, sobretudo, muito assustadas. Mesmo muito assustadas! E é por isso que precisam dos pais, com todos os erros de que só eles são capazes. Para as sossegarem! E, acima de tudo, para que elas se sintam seguras. Porque as crianças reconhecem que, apesar dos vírus com que ninguém se entende e das maiores injustiças de que a Natureza é capaz, se os pais não são as criaturas mais perfeitas da Criação eles andam lá muito perto! E isso, sim, só vale a pena!
E, entretanto, devemos falar-lhes do que se está a passar ou evitar, simplesmente, que eles vejam as notícias?
Falar-lhes. Não lhes falar demais, claro. Mas falar-lhes; sempre. Até porque não temos forma de os fechar numa "espécie" de bolha que os afaste de tudo aquilo que se vai passando. E porque eles nunca estão distraídos. Apanham "no ar" todas as notícias com que somos "bombardeados". Reparam nalgumas passagens dos debates televisivos. E percebem muitos dos comentários que fazemos, "entredentes". Ou os nossos suspiros, as nuvens do nosso olhar ou os "à-partes" que acabamos por fazer num ou noutro telefonema. E, sim, para eles também é demais estarmos todos "a falar" de morte, desde o pequeno-almoço até à hora de nos irmos deitar. Aliás, à escala do que elas são capazes, as crianças estão a fazer um esforço "hercúleo" para se adequarem àquilo que os pais desejam que elas façam. Não estão tão "inflamáveis" como temíamos. Parecem estar a ocupar um bocadinho menos de espaço do que supúnhamos que acontecesse numa circunstância como esta. Nem ficam tão "eléctricas" como nos fins de semana em que as temos fechadas. Mas precisam de nos ter a pôr algumas "legendas" nisto tudo. Porque pais que não falam são portas que se fecham.
É claro que, à medida que o tempo passa, e não têm nem a sua vida social nem as suas rotinas habituais, os nossos filhos vão (precisar de) ficar mais impacientes. Mas nem aí eles precisam de nos ter a trabalhar para os termos entretidos, o tempo todo. Mas ganham se nos tiverem - um bocadinho de manhã, um bocadinho à tarde - só para eles. Num brincar sem agenda. E sem direito a telefone, televisão ou outras "interferências".
Seja como for, o mais importante é que não perca de vista que eles andam muito assustados. E, sem que o perguntem, a questão que têm "em cima da mesa" será: e, agora, com isto a acontecer, os meus avós e os meus pais podem, também eles, morrer? Não lhe responda coisas que comecem com: "Um dia; daqui a muito tempo...". 15 dias, à escala dos tempos de uma criança, já é uma "eternidade". Mas não deixa de ser "logo ali". Logo, a perspectiva disso acontecer dentro de "15 dias..." não é simpática. Aliás, prepare-se para ter o seu filho "eruptivo" se ele apanhar uma notícia a partir da qual imagine um cenário como esse. Ainda assim, mal desconfie que esse medo que acende uma "luzinha" dentro dele, não fale... demais. Chegue-se para o seu filho. Aperte-o, de forma aconchegante. E deixem-se estar assim. Até que lhe apeteça. Os medos dão-se mal com calor dos abraços... E escapam-se, rapidamente, para uma brincadeira onde "os maus" acabam sempre por perder.
Se a sua paciência não está no vermelho não leia!
Se os seus filhos parecem "eléctricos", o dia inteiro; se, ao pé deles, as pilhas da Duracell lembram uma brincadeira de "crianças"; se eles parecem que nunca se calam; se, de manhã à noite, tem a sensação que lhe repetem "150 vezes": "Queres vir brincar comigo?"; se, qualquer que seja a brincadeira que lhes proponha, nada os satisfaz; se, apesar dos seus cuidados para os entreter, eles não páram quietos; se lhe azucrinam a cabeça pedindo-lhe, quase minuto a minuto, para verem só mais "um bocadinho" de filmes de animação; se, mal se distrai, a forma como eles brincam entre eles escorrega para uma grande gritaria; se, contra tudo o que é habitual, os pequenos acidentes de todos os dias parecem ter-se tornado mais frequentes; se, de cada vez que entra no quarto deles ou reentra não sala fica com "os nervos" num fanico porque, depois de tudo parecer mais ou menos no lugar, os brinquedos e as almofadas lhe parecem ter sido vítimas de um tsunami; se a sua esperança por já não faltar muito para ser segunda-feira foi de quarentena, deixando-lhe na alma uma aragem, inconsolável, de desolação; se, a sua paciência para escutar as crianças, para lhes falar sem se esganiçar, por tudo e por nada, ou para não acabar com uma vontade (irreprimível!) para tirar "férias de filhos", por tempo indeterminado, vai acontecendo cada vez com mais frequência; e se, de cada vez que os avós lhe dizem que estão cheios de saudades deles dá consigo a desabafar que já não os pode "ver à frente", não se alarme: o que se passa é que - apesar de não ter, felizmente, nem tosse nem febre - a falta de ar que sente, regularmente, talvez não precise nem de uma zaragatoa, nem de um teste rápido à infeção por coronavírus. O diagnóstico é simples: pais equilibrados e crianças felizes, muito tempo fechados, ficam que ninguém os atura. E se acha que nada disto devia estar acontecer, descanse outra vez: pais equilibrados e crianças felizes precisam de sentir que estão livres para se amarem sem falta de ar.
Fonte: eduardosa.com
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25 MUSEUS PARA VISITAR VIRTUALMENTE]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/04/27/25-MUSEUS-PARA-VISITAR-VIRTUALMENTEhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/04/27/25-MUSEUS-PARA-VISITAR-VIRTUALMENTEMon, 27 Apr 2020 13:50:51 +0000
O portal ‘Lisboa Secreta’ tem uma lista de 25 museus que poderá visitar virtualmente. Ficar em casa a trabalhar e a cuidar dos mais pequenos é a melhor opção, mas poderá ocupar o seu tempo e dos seus filhos com actividades culturais, como visitar virtualmente uma selecção de museus.
Deixamos-lhe o link para os 25 museus que não vai querer deixar de visitar, aqui!
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‘OS ILUSTRES’ EM TEMPOS DE PANDEMIA]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/03/25/%E2%80%98OS-ILUSTRES%E2%80%99-EM-TEMPOS-DE-PANDEMIAhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/03/25/%E2%80%98OS-ILUSTRES%E2%80%99-EM-TEMPOS-DE-PANDEMIAWed, 25 Mar 2020 17:44:24 +0000
Coronavírus e Covid-19 são as duas malogradas palavras do momento. O impacto da pandemia na vida quotidiana de todos nós, particularmente de quem tem crianças, é o assunto que domina as conversas e as preocupações de pais e educadores.
No Colégio ‘Os Ilustres’ tivemos de implementar um conjunto de medidas muito bem recebidas por todos, que são a forma de alunos e professores das actividades de enriquecimento curricular, com o apoio e entusiasmo, precioso dos pais, têm estado a adaptar-se a este período particularmente difícil.
Ajudam muito neste momento as plataformas de vídeo-conferência, Microsoft Teams, Zoom, que promovem actividades à distância, assim como as aulas de yoga, música ou treinos de futebol, de forma a proporcionar um dia-a-dia mais próximo da normalidade para as crianças e também ajudar os pais nesta nova rotina que, todos esperamos, seja o mais breve possível.
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COVID-19/CORONAVÍRUS: TODAS AS RESPOSTAS]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/03/25/COVID-19CORONAV%C3%8DRUS-TODAS-AS-RESPOSTAShttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/03/25/COVID-19CORONAV%C3%8DRUS-TODAS-AS-RESPOSTASWed, 25 Mar 2020 17:43:12 +0000
Com a pandemia Coronavírus/Covid-19 muitas serão as dúvidas e questões que todos teremos, particularmente os pais de crianças pequenas, sempre com a sua saúde e bem-estar como prioridade absoluta.
Nesta edição, excepcionalmente, não deixamos como sugestão de leitura um artigo ou um livro, mas a secção de ‘perguntas frequentes’ do site covid19estamoson.gov.pt, criado pelo Governo português para dar resposta `s dúvidas que a todos possam ocorrer.
É fundamental que se informe junto de fontes oficiais e não em redes sociais ou outras plataformas que, não informando, contribuem ainda para o alarme social.
Visite o site, aqui.
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VÁ A MUSEUS SEM SAIR DE CASA]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/03/25/V%C3%81-A-MUSEUS-SEM-SAIR-DE-CASAhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/03/25/V%C3%81-A-MUSEUS-SEM-SAIR-DE-CASAWed, 25 Mar 2020 17:41:08 +0000
Distanciamento social e isolamento em casa. Estas, são as duas ideias fundamentais a reter para nos defendermos de potenciais contágios. Então como lhe trazemos, nesta edição sugestão de visita? Simples: visite museus sem sair de casa.
Google Arts & Culture fez uma parceria com mais de 500 museus e galerias em todo o mundo. Se estiver de quarentena, pode visitar as melhores coleções de arte de sempre sem sair do sofá e de forma gratuita. Desde o museu Van Gogh, em Amesterdão, à Galeria Nacional de Arte, em Londres, mas passando também por algumas das coleções do Museu Calouste Gulbenkian e até mesmo do Museu Coleção Berardo.
Alguns, têm até “vista de rua”, que permite ao utilizador passear pelo museu da mesma forma que passeia pelas ruas do Google Maps. Pode ver quadros como “A Leiteira”, de Johannes Vermeer, no Rijksmuseum, ou “A Adoração dos Magos”, de Leonardo da Vinci, na Galeria Uffizi, em Florença.
Comece já a sua visita aqui.
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A FOLIA CARNAVALESCA INVADIU O COLÉGIO]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/02/27/A-FOLIA-CARNAVALESCA-INVADIU-O-COL%C3%89GIOhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/02/27/A-FOLIA-CARNAVALESCA-INVADIU-O-COL%C3%89GIOThu, 27 Feb 2020 10:17:11 +0000
O Carnaval, pelo seu pendor marcadamente festivo e criativo, é sempre um momento importante para o estímulo da expressão artística dos nossos alunos, conduzido pelas educadoras e auxiliares.
Este ano, os alunos da creche, do berçário e sala dos 2 anos tivram como tema a conhecida história do ‘Cuquedo’. Já a sala do pré-escolar, com crianças mais crescidas, o tema versou sobre o corpo humano. Cada criança tinha uma t-shirt branca com uma imagem impressa dos órgãos internos.
Sexta-feira, como não poderia deixar de ser, foi dia de festa, com os meninos mascarados com os fatos de carnaval. A equipa de ‘Os Ilustres’ estava mascarada de mimo e a directora do colégio de Axel Rose, guitarrista dos Guns N’Roses.
Um dia de alegria e convívio informal entre toda a comunidade educativa, o que é sempre do agrado de todos.
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‘OS ILUSTRES’ VÃO AO CONCERTO]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/02/27/%E2%80%98OS-ILUSTRES%E2%80%99-V%C3%83O-AO-CONCERTOhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/02/27/%E2%80%98OS-ILUSTRES%E2%80%99-V%C3%83O-AO-CONCERTOThu, 27 Feb 2020 10:15:26 +0000
No próximo dia 25 de Março os alunos do colégio vão assistir, na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa, a mais um concerto participado, com os fantásticos ‘Barbatuques’.
De São Paulo para Portugal, este grupo, mundialmente conhecido, vem partilhar o seu trabalho em parceria com a Foco Musical, que já nos habituou aos seus extraordinários espectáculos musicais.
Concertos Participados. O que são? Os Concertos Sinfónicos Participados da Foco Musical são pretexto para trabalho curricular em projeto na procura do acesso à música enquanto arte. Mais concretamente, são espetáculos com orquestra, produzidos para a população escolar e pré-escolar, em horário letivo, onde os alunos assumem um papel interventivo fundamental a partir da plateia. A partitura é escrita para a plateia como mais um naipe da orquestra. A plateia completa a obra ao assumir as intervenções para as quais se prepara previamente em contexto de sala de aula. Sendo concebidos para trabalho de projeto, os Concertos Participados promovem propostas de trabalho letivo, conseguindo desta forma plateias altamente envolvidas, esclarecidas e motivadas para a música erudita.
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10 COISAS QUE OS PAIS FAZIM ANTIGAMENTE E QUE DEVIAM VOLTAR A FAZER]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/02/27/10-COISAS-QUE-OS-PAIS-FAZIM-ANTIGAMENTE-E-QUE-DEVIAM-VOLTAR-A-FAZERhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/02/27/10-COISAS-QUE-OS-PAIS-FAZIM-ANTIGAMENTE-E-QUE-DEVIAM-VOLTAR-A-FAZERThu, 27 Feb 2020 10:14:18 +0000
Nesta edição da newsletter ‘Os Ilustres’ sugerimos a leitura de um interessante artigo do jornal ‘Observador’ sobre actividades e formas de estar que, em algumas famílias podem ter caído em desuso, mas que, aos pais, com certeza trarão ainda memórias.
Sejam ou não prática na sua família, é uma leitura que aconselhamos.
10 COISAS QUE OS PAIS FAZAM ANTIGAMENTE E QUE DEVIAM VOLTAR A FAZER
Jantar regularmente com toda a família, celebrar o aniversário em casa, realizar tarefas domésticas para poder brincar, são apenas alguns dos hábitos que não foram acompanhando a mudança dos tempos.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. A verdade é que este ditado popular se assemelha muito às diferenças entre a educação parental dos dias de hoje com a educação dada há 30 anos. Educar uma criança no ano 2020 é completamente diferente do que era educar uma criança no inicio dos anos 90. No entanto, há certas regras que se deveriam ter mantido com o passar do tempo e que tornariam as crianças desta geração mais preparadas para a vida adulta.
O centro do mundo de um casal não deve ser o seu filho
Hoje em dia, a grande maioria dos pais coloca os filhos no centro do seu mundo e como uma prioridade no seu dia-a-dia. Este cenário é recente. Antigamente, os jovens eram obrigados a tornarem-se independentes muito mais cedo e o casamento era a prioridade dos progenitores. Como consequência, isto torna as crianças mais perguiçosas e com dificuldade em aceitar um não, algo que tornará a sua vida adulta muito mais complicada.
As brincadeiras na quinta... do Farmville
A tecnologia também mudou muito os dias das crianças. Hoje é raro uma criança dizer que prefere ir ao parque brincar do que ficar em casa com o Ipad da mãe ou do pai. De acordo com estatísticas do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças norte-americano, crianças entre os 8 e os 18 anos passam em média 7,5 horas por dia em frente a um ecrã. Isto não inclui propósitos educacionais. Por outro lado, as crianças passam, em média, 4-7 minutos por dia em brincadeiras não estruturadas ao ar livre.
O acesso à informação que tornou o mundo perigoso para as crianças... e as tornou menos preparadas para o mundo
A evolução do mundo e o facto de cada vez mais os pais terem mais acesso à informação fez com que a liberdade das crianças fosse diminuída. Com uma maior noção do que se passa no mundo, os progenitores começaram a deixar os filhos sair menos, com medo dos perigos e estes acabam por ser protegidos até muito mais tarde, perdendo assim a capacidade de se defenderem sozinhos.
Brincar? Só depois de aprender a ler
Hoje em dia há uma pressão muito maior sobre as crianças por parte dos progenitores. Ao entrarem no jardim de infância, a grande maioria dos pais espera que os seus filhos aprendam a ler, o alfabeto e até algumas palavras em inglês. Antigamente, a criatividade a brincadeira eram os focos principais dos pequenos no jardim de infância. Esta pressão aumenta a ansiedade nas crianças e causa-lhes mais stress no futuro.
Os obrigadas de 2020 ficaram em 1990
Também a educação, a forma de falar e estar é algo que mudou bastante na nova geração. Os jovens hoje em dia consideram ser muito mais fácil obter coisas e esquecem-se de agradecer por elas.
O jantar a quatro... passado no quarto de cada um
O jantar em família é uma tradição que se está a perder. Em muitas casas, os familiares separam-se visto estarem ocupados com outras tarefas e acabam por desvalorizar este momento familiar. As crianças que têm jantares familiares regulares têm menos probabilidade de vir a desenvolver ansiedade ou depressão
Brincar o dia todo
Cada vez é menos normal as crianças terem tarefas destacadas. Antigamente, para poder ir brincar com os amigos, tinha de se limpar o quarto, passar a ferro, ir às compras ou até mesmo limpar a casa de banho. Hoje em dia não existe uma exigência tão grande por parte dos progenitores nas tarefas domésticas e muitas vezes as crianças podem ir brincar sempre que lhes apetece sem terem de fazer nada em casa.
Na minha casa, as minhas regras?
Hoje em dia há um receio muito maior de reprender os filhos dos nossos amigos. Antigamente era muito mais normal reprender as crianças como se fossem nossos filhos, aplicando as nossas regras, enquanto os pais estavam ausentes. Em 2020 há mais receio de que os outros adultos levem a mal e pensem que nos estamos a meter na educação dos seus filhos.
"A melhor festa de aniversário tem de ser a minha!"
Parque de diversões ou jardim zoológico? Hoje em dia, as crianças exigem muito mais do seu dia de aniversário. "A Sofia foi ao Zoo. Eu também quero fazer lá a minha festa de anos" ou "Se o Tomás pode porquê é que eu não posso levar os meus amigos ao parque?" são algumas das questões das crianças aos pais. A verdade é que antigamente as festas eram festejadas em casa. Eram mais baratas e aproximavam bastante os familiares, que passavam sempre esta data juntos.
Menos é mais
O esforço dos pais do século 21 acaba por estragar as crianças e deixa-as pouco preparadas para as dificuldades e obstáculos da vida adulta.
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EXPOSIÇÃO DE TIM BURTON EM LISBOA]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/02/27/EXPOSI%C3%87%C3%83O-DE-TIM-BURTON-EM-LISBOAhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/02/27/EXPOSI%C3%87%C3%83O-DE-TIM-BURTON-EM-LISBOAThu, 27 Feb 2020 10:11:36 +0000
O Museu da Marioneta recebe uma exposição de marionetas criadas para os filmes de Tim Burton. Descobrimos que afinal há vida no mundo da animação.
A Grande Aventura de Pee-wee, Ed Wood, Eduardo Mãos de Tesoura ou Charlie e a Fábrica de Chocolate soltam-nos imediatamente o nome de Tim Burton da língua. Mas o seu trabalho vai além dos actores de carne e osso. Quando o assunto é cinema de animação, são as marionetas as protagonistas escolhidas pelo realizador. Numa exposição única em Portugal, a Monstra – Festival de Animação de Lisboa presta homenagem a essa bonecada que ganhou vida no grande ecrã, levando duas dezenas delas ao Museu da Marioneta entre esta quinta-feira, dia 6, e 19 de Abril.
Não foi preciso respiração boca a boca nem manobras de reanimação para trazer de volta ao mundo estas marionetas, que conhecemos de filmes como Marte Ataca! (1996), A Noiva Cadáver (2005) e Frankenweenie (2012). Bastou que fossem cuidadosamente transportadas do Reino Unido para o Convento das Bernardas, um desejo que Fernando Galrito, director artístico da Monstra, cultivava há muito. “A animação é real, por mais que as pessoas possam considerá-la do espectro da imaginação”, explica. “Estes objectos são autênticos actores, com capacidades de representação reais, são capacitados através das mãos do estúdio Mackinnon & Saunders”.
Os estúdios britânicos de Ian Mackinnon e Peter Saunders são conhecidos pelas suas habilidosas capacidades digitais em desenvolver e produzir anúncios, filmes e programas de televisão animados, como O Fantástico Senhor Raposo ou Bob, o Construtor. Mais do que isso, são especializados na concepção de marionetas que de inanimadas têm pouco. A primeira colaboração com Burton aconteceu com Marte Ataca!. A partir daí foram nascendo personagens como Victoria ou Emily, de A Noiva Cadáver.
Diferente da exposição itinerante “O Mundo de Tim Burton”, que já deu a volta ao mundo, “Tim Burton – As Marionetas de Animação” faz, em ponto pequeno, uma homenagem ao realizador e aos seus filmes de animação. Para Lisboa vieram desenhos e esboços das construções imaginárias do cineasta norte-americano, 22 marionetas e um corvo. “Os esboços do próprio Tim Burton são uma obra-prima: dos vestidos, de como cada personagem os usa e como é que as personagens evoluem – desde a nudez simples à personagem complexa que transparece emoção”, explica.
A memorabilia divide-se em dois núcleos expositivos: um é semelhante a qualquer outra exposição de museu, o segundo acolhe dois espaços cénicos replicados dos filmes. “Tentámos fazer tal e qual como se as marionetas estivessem prontas a ser filmadas, é didático. Perceber como é que aquilo foi filmado.”
A cabeça de Victoria Everglot vai estar a prémio, como quem diz que vai estar bem próxima do olhar atento dos visitantes, detalhe a detalhe – “uma autêntica obra de relojoaria”, tal como a delicadeza do manto de Emily. O corvo será uma peça central, que veio atrelado com todas as suas pernas que foram necessárias para pôr o stop motion a funcionar no filme.
A destreza de Tim Burton em cruzar o universo gótico com o imaginário infantil é a razão pela qual “esta é uma exposição para ser vista por toda a gente, adultos e crianças”, refere Fernando Galrito. “Os filmes são de culto e chegam a várias gerações. É incrível a forma como com tão pouco conseguimos ser transportados para os bastidores destes filmes e desconstruir todo o trabalho por detrás de uma marioneta destas.”
Mais do que ver de perto as personagens que animaram filmes épicos como A Noiva Cadáver, é perceber as emoções que um objecto inanimado consegue transmitir. “A Mackinnon & Saunders consegue que as marionetas carreguem um lado humano. A valorização que se dá à existência das coisas é espectacular, porque estas marionetas conseguem transmitir sentimentos e mexer com quem está a vê-las e é aí que se percebe que quem as faz também põe muito coração no processo”, diz Fernando. “As pessoas têm que amar as coisas para as fazer bem.”
A programação não se fica pelas salas expositivas. Ainda antes de a Monstra arrancar (este ano celebra 20 anos, no dia 13 de Março), o Claustro do Museu serve de cenário a uma projecção do filme A Noiva Cadáver, para rever ou ver pela primeira vez. Já na segunda semana do festival, entre 23 e 27 de Março, Ian Mackinnon vai fazer duas visitas guiadas à exposição.
Local: Convento das Bernardas. Rua da Esperança, 146
Horário: Ter-Dom 10.00-18.00
Preço: €2
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AS ARTES E CULTURA LEVARAM, MAIS UMA VEZ, ‘OS ILUSTRES’ A UMA VISITA FORA DO COLÉGIO]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/01/29/AS-ARTES-E-CULTURA-LEVARAM-MAIS-UMA-VEZ-%E2%80%98OS-ILUSTRES%E2%80%99-A-UMA-VISITA-FORA-DO-COL%C3%89GIOhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/01/29/AS-ARTES-E-CULTURA-LEVARAM-MAIS-UMA-VEZ-%E2%80%98OS-ILUSTRES%E2%80%99-A-UMA-VISITA-FORA-DO-COL%C3%89GIOWed, 29 Jan 2020 16:48:42 +0000
A arte e a cultura auxiliam no desenvolvimento socioemocional e integral da criança desde a educação infantil. No colégio privilegiamos a exposição e participação dos alunos em atividades artísticas. Desta vez, a sala dos 2 anos e do pré-escolar foram assistir à peça de teatro de marionetas “À procura do Ó-Ó perdido”, que decorreu no dia 20 de Janeiro.
Uma peça que tem como base o livro com o mesmo título de Pascal Sanvic, na qual um bebé adormece no pequeno jardim no meio da praça. Durante o sono, um passarinho apodera-se do seu ó-ó branco e macio e leva-o para longe no céu. Quando acorda, o bebé não fica nada contente. Propõem-lhe outros ó-ós, mas um ó-ó não se substitui. Com a ajuda do ar, da água, do fogo e do contador de histórias, o bebé, depois de várias aventuras, reencontra o seu precioso bocadinho de tecido sobre a ilha Ó-ó que as crianças descobrem à saída do espectáculo.
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SETE CUIDADOS A TER COM OS BEBÉS NO INVERNO]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/01/29/SETE-CUIDADOS-A-TER-COM-OS-BEB%C3%89S-NO-INVERNOhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/01/29/SETE-CUIDADOS-A-TER-COM-OS-BEB%C3%89S-NO-INVERNOWed, 29 Jan 2020 16:47:00 +0000
Os dias frios e chuvosos, bem como as férias de Inverno colocam sempre muitas dúvidas nos pais de bebés. É sabido que o tempo frio exige alguns cuidados especiais, principalmente com bebé com menos de um ano. Assim, sugerimos este interessante artigo da ‘Mãe-me-Quer’ com algumas dicas para cuidar do seu bebé no inverno.
SETE CUIDADOS COM OS BEBÉS NO INVERNO
1. Nariz limpo para prevenir alergias e infeções respiratórias
Manter o nariz do bebé bem limpo e desobstruído é fundamental para prevenir infeções respiratórias e crises de alergia. Os bebés mais pequenos quase só respiram pelo nariz, por isso, quando este fica obstruído têm dificuldade em respirar.
O nariz é uma porta de entrada para agentes infeciosos, poluição, fungos, pólen e outras partículas que andam no ar e que podem provocar alergias, infeções e constipações.
Quando o clima está mais seco, aconselha-se a limpar o nariz do bebé todos os dias com soro fisiológico (prefira as embalagens descartáveis), sempre que necessário, para evitar a formação de crostas e a desidratação das fossas nasais. A limpeza deverá ser realizada antes das mamadas, para que o bebé tenha mais facilidade em alimentar-se.
2. Dar banho no tempo frio
O banho do bebé deve ser rápido (não deve demorar mais do que 5 minutos), com a temperatura da água a rondar os 37 ºC. Verifique sempre a temperatura da água antes de começar a dar banho ao bebé.
Se necessário, aqueça o ambiente antes de despir o bebé e feche a porta para evitar correntes de ar. Prepare tudo o que vai precisar (toalha, produtos de higiene, fralda, roupa, etc.) e coloque no local onde vai vestir o bebé.
Se estiver muito frio e não quiser dar banho integral ao seu bebé todos os dias não tem que o fazer. A zona da fralda deve ser muito bem limpa entre mudas e, assim, não precisa de despir totalmente o seu bebé.
3. Passear no exterior
O horário menos frio é o mais indicado para dar uma voltinha com o seu bebé. Ai entre as 10 horas e as 17 horas. Evite levar o bebé para locais fechados, pouco arejados e com muita gente, como centros comerciais e supermercados.
Se alguém da família estiver com sintomas de gripe, evite o contacto com o bebé para prevenir eventual contágio.
Vista-o com a mesma quantidade de roupa com que estiver vestida, pois tudo depende da temperatura ambiente, mas convém que se lembre que as mãos e os pés estão habitualmente frios, logo, para saber se está corretamente agasalhado, coloque a mão no tronco, no pescoço ou na nuca e acrescente ou retire os agasalhos em conformidade.
4. Vestir o bebé para o frio
A melhor opção é vestir o bebé às camadas, retirando ou acrescentando peças consoante a temperatura ambiente. Pode começar por um body e uns collants, uma camisola e um par de calças e um macacão ou casaco.
Prefira peças interiores em algodão para deixar a pele respirar e evitar alergias. Como os bebés perdem muito calor pelas extremidades, proteja a cabeça, as mãos e os pés.
Se o bebé transpirar ou se mostrar mais irritado pode estar com calor. Vá retirando peças até o sentir confortável.
5. Alimentação e hidratação
A amamentação exclusiva é a melhor opção para alimentar o bebé até aos 6 meses. O leite materno é o melhor alimento para o bebé, fornecendo todos os nutrientes de que necessita para crescer transmitindo, também, imunidade para combater infeções.
Com o início da diversificação alimentar, por volta dos 6 meses, o bebé precisa de água entre as refeições para se manter hidratado.
6. Um soninho seguro e aconchegado
Depois do banho, caso o dê à noite, vista o bebé para dormir também por camadas. Fralda, body, collants ou meias e, por fim, o pijama. Os casos para dormir são uma boa opção. O bebé mantém-se quentinho e com liberdade de movimentos.
Mesmo no inverno, nos dias mais frios, a cabeça do bebé nunca deve ser tapada com lençóis, mantas ou cobertores para evitar que sufoque.
Não use almofada. Deite o bebé debarriga para cima, com os pés a tocar o fundo do berço e cobra-o apenas até ao nível do tronco, para que mantenha a cabeça destapada quando se movimenta.
7. Quarto limpo e arejado
O quarto do bebé deve ser arejado todos os dias, mesmo nos mais frios. Quando o fizer, retire o bebé do quarto e feche a porta para evitar correntes de ar.
Evite ter muitos peluches e brinquedos no quarto. Deixe apenas o essencial para evitar a acumulação de pó e ácaros, potenciadores de alergias respiratórias.
Se o bebé está constipado, com dificuldade em respirar ou alimentar-se, pode usar um humificador, com as devidas precauções e cuidados, para ajudar a libertar as secreções.
Também pode hidratar o nariz do bebé com uma gota de soro fisiológico, aplicada sempre que necessário.
O uso de humificadores não é consensual por isso, fale com o seu médico sobre a sua utilização no quarto do bebé.
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IDA AO CINEMA PARA BEBÉS E CRIANÇAS]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/01/29/IDA-AO-CINEMA-PARA-BEB%C3%89S-E-CRIAN%C3%87AShttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2020/01/29/IDA-AO-CINEMA-PARA-BEB%C3%89S-E-CRIAN%C3%87ASWed, 29 Jan 2020 16:44:00 +0000
Afim de Filmes é o novo projecto do Cinema São Jorge, que quer pôr gente pequena à frente do grande ecrã. Achámos uma grande ideia e partilhamos este mês a iniciativa.
O Projeto Educativo do Cinema São Jorge tem o propósito de desenvolver laços mais fortes entre a comunidade e o seu equipamento cultural de proximidade. Laços que reforcem o Cinema enquanto expressão criativa e o Cinema enquanto espaço (físico e imaginativo) de interação social, pessoal e artística. Partindo daqui, há uma série de atividades direcionadas a diferentes públicos e segmentos que, no Cinema São Jorge, criem mais conhecimento e sobretudo permitam experienciar o processo de criação (por exemplo, via oficinas criativas), ou o processo de exibição em sala (complementado por visitas guiadas). Este projeto pretende abrir as portas do Cinema São Jorge a todos, com especial atenção nos nossos ‘vizinhos’ e a potenciar a criação de novos públicos. Programa detalhado para crianças e tudo o mais, disponível no site do Cinema S. Jorge, aqui.
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Antes da chegada das tão esperadas férias de Natal, os alunos do colégio tiveram ainda tempo para, a brincar, aprenderem mais sobre o corpo humano, com a ida ao musical ‘Viagem pelo corpo humano’.
Como foi o musical? Deixamos-lhe a sinopse!
Quando a Maria chega a casa, depois de um dia de escola, pronta para muitas brincadeiras, percebemos que alguma coisa não está bem. Para preocupação da avó, a Maria está sem apetite e sem a sua energia habitual. A preocupação aumenta quando a avó lhe mede a febre…
Este foi apenas o ponto de partida para uma grande aventura!
Como que por um “toque da magia” percorremos o corpo da Maria, conhecemos os seus caminhos, os seus órgãos e todos os seus mistérios.
E foi lá que travámos uma difícil luta com o vírus da varicela que teima em deixar a Maria doente.
Numa viagem cheia de surpresas, aprendemos a conhecer melhor o corpo humano e a saber o que podemos fazer para torná-lo mais saudável.
Órgão a órgão, entre glóbulos brancos e glóbulos vermelhos, conhecemos uma história cheia de emoções, onde o coração e a amizade acabam sempre por falar mais alto.
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MÁRIO CORDEIRO: “A CARTA AO PAI NATAL NÃO É UMA LISTA DE EXIGÊNCIAS”]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/12/18/M%C3%81RIO-CORDEIRO-%E2%80%9CA-CARTA-AO-PAI-NATAL-N%C3%83O-%C3%89-UMA-LISTA-DE-EXIG%C3%8ANCIAS%E2%80%9Dhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/12/18/M%C3%81RIO-CORDEIRO-%E2%80%9CA-CARTA-AO-PAI-NATAL-N%C3%83O-%C3%89-UMA-LISTA-DE-EXIG%C3%8ANCIAS%E2%80%9DWed, 18 Dec 2019 11:09:48 +0000
Natal e presentes andam sempre de mão dada, mas, segundo o pediatra Mário Cordeiro, “a carta ao Pai Natal não é uma lista de exigências”.
Recuperamos um artigo da revista Sábado em que o reputado pediatra dá a sua visão sobre os diversos temas relacionados com o Natal. O melhor mesmo é ler o artigo que transcrevemos de seguida.
Entre toneladas de presentes, correrias às lojas, birras e cartas ao Pai Natal é preciso muita calma para ultrapassar os dias que nos esperam. Mas o pediatra Mário Cordeiro encara esta quadra com optimismo e confessa que acredita no Pai Natal e quem não acredita "é menos rico". O professor auxiliar de Saúde Pública na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, autor do livro Educar com Amor, da Esfera dos Livros, responde às dúvidas da SÁBADO e dá conselhos aos pais.
É saudável acreditar no Pai Natal?
Claro que sim. Eu acredito. A sério. Não apenas porque os vejo, em cada rua, mas porque o sinto a trazer os presentes e porque ele representa o que de melhor há em nós e no ser humano: a dádiva, a sabedoria da velhice, a risada marota e inocente, divertida e cheia de vitalidade, e ainda por cima deslocando-se num meio de transporte ecológico, não emissor de CO2, barato e que faz a inveja de toda a gente. Quem não acredita no Pai Natal é menos rico, interiormente, mesmo que ele tenha as meias do tio ou os sapatos do padrinho… mesmo que ele envie os presentes através dos pais e das outras pessoas.
Quando é que as crianças devem descobrir que afinal não existe?
Não há propriamente uma idade. As crianças vão descobrindo por si, mas não devem ser confrontadas, quase sadicamente, pelos adultos, com a realidade "objectiva". O Pai Natal pertence à fantasia e aos sonhos e, portanto, ao mundo da criatividade e da liberdade. As crianças entram num jogo: sabem que "se calhar não existe", e nós dizemos que sim… tal como a fada dos dentes ou outro ser simbólico que mais não é do que o amor dos pais e dos que as rodeiam. E esse existe, espera-se!
Quantos presentes devem receber os miúdos?
Não há propriamente um número. Depende do número de pessoas que dão. Todavia, convém relembrar que um presente significa "estar presente" na vida da outra pessoa cada vez que esta usar ou ver o objecto oferecido. É um testemunho de amizade e de amor. A pessoa que oferece está presente nele, e como tudo o que está no amor e na amizade, não deve ser ostentatório, excessivo ou redundante. A frugalidade e a simplicidade são apanágio dos gestos de amor, que se querem simbólicos, mesmo que correspondam a necessidades e possam ser muito úteis.
Acha que os pais se devem mascarar de Pai Natal ou vai criar confusão e os miúdos vão descobrir?
Eles acabam por saber que o Pai Natal tem os sapatos do primo que, por mero acaso, tinha ido à casa de banho no momento em que o Pai Natal chegou. Mas o que se sabe, na realidade crua e dura, e o que se imagina, na doçura da fantasia, não é igual. É por isso que, repito, acredito no Pai Natal. Porque acredito que, pelo menos uma vez por ano (e mais) possamos ter gestos desinteressados e por meros afectos. É bom que as crianças tragam, devagar, a figura do Pai Natal mítico, fantástico, que vive no Polo Norte, para cada um de nós e para elas próprias – por isso devem dar presentes, elas mesmo, nem que seja um desenho ou algo comprado com o dinheiro da semanada, quando são maiores.
Como evitar as birras no Natal?
Estabelecendo desde logo que a carta ao Pai Natal não é uma lista de exigências nem uma lista de casamento para os pais e restantes familiares cumprirem. É apenas a expressão de desejos, mas quem não deseja tanta coisa que acaba por não ter. O presente tem de ser algo pensado por quem oferece, pensando na pessoa quem vai oferecer, mas com total liberdade. Se o gesto afectuoso de dar se transforma num cumprimento obrigatório de uma exigência, a amizade e o espírito de Natal são totalmente arrasados. Se as crianças fizerem birra paciência!
Em casas com muitas crianças, como evitar que queiram os brinquedos dos outros e que a abertura de presentes transforme a sala num campo de batalha?
Se houver alguma ordem na distribuição, presenteando todos, as guerras são menores. Mas o que é de cada um, é de cada um. No final, as crianças podem negociar ou pedir para brincar com o presente do outro, mas nunca roubando-o ou fazendo birras. E se uma pessoa que recebe um presente quer ser ela a gozá-lo, até porque acabou de o receber, isso não é sinónimo de egoísmo, mas até de apreciação pelo gesto. Convém, aliás, que a distribuição não seja caótica, para que cada criança saiba quem deu aquele presente, a pessoa que deu veja a reacção e a criança agradeça a quem ofertou. E os adultos o façam às crianças que ofereçam presentes que, como digo, podem ser simples desenhos ou uma qualquer coisa que diga: "estou presente na sua vida!".
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A RAINHA MOSTRA O MUSEU]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/12/18/A-RAINHA-MOSTRA-O-MUSEUhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/12/18/A-RAINHA-MOSTRA-O-MUSEUWed, 18 Dec 2019 11:06:52 +0000
Natal é tempo de magia, ilusão, diversão e, sobretudo, de família. Nesta edição, sugerimos que, com os mais novos, troque o guia do Museu dos Coches por uma rainha de verdade, para ficar a saber tudo sobre os coches, as berlindas, as liteiras, e as cadeirinhas em que a realeza e a nobreza costumavam andar.
Esta especialista da família real responde a todas as perguntas dos mais novos (e também dos pais curiosos): como andavam os coches? Quem os conduzia? Em que ocasiões se utilizavam?
A visita guiada inclui uma encenação em que as crianças são as protagonistas de um casamento do século XVIII.
Não se esqueça de reservar o seu lugar. Basta enviar um e-mail para a rainha. Ou para coolturetours@gmail.com.
Local: Avenida da Índia, 136
Data: 29 de Dezembro
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SÃO MARTINHO LEVADO À CENA NO COLÉGIO]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/11/28/S%C3%83O-MARTINHO-LEVADO-%C3%80-CENA-NO-COL%C3%89GIOhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/11/28/S%C3%83O-MARTINHO-LEVADO-%C3%80-CENA-NO-COL%C3%89GIOThu, 28 Nov 2019 10:43:02 +0000
No dia 11 de Novembro, celebrou-se no colégio o dia de São Martinho. Este ano, foi através de uma peça de teatro levada à cena por toda a equipa, onde se deu a conhecer a todos os alunos, de forma encenada e divertida a lenda do São Martinho.
Mas, será que conhecemos a lenda e tudo o que está por detrás deste dia?
São Martinho foi um cavaleiro, um monge e um santo. É capaz de trazer o Verão ao outono e, graças a ele, todos os anos comemos castanhas. Descubra a história por trás do Dia de São Martinho, que se celebra a 11 de Novembro.
Corria o ano de 337, no século IV, e um outono duro e frio assolava a Europa. Reza a lenda que um cavaleiro gaulês, chamado Martinho, tentava regressar a casa quando encontrou a meio do caminho, durante uma tempestade, um mendigo que lhe pediu uma esmola. O cavaleiro, que não tinha mais nada consigo, retirou das costas o manto que o aquecia, cortou-o ao meio com a espada, e deu-o ao mendigo. Nesse momento, a tempestade desapareceu e um sol radioso começou a brilhar.
O milagre ficou conhecido como «o verão de São Martinho». Desde então, por altura de novembro, o ríspido tempo de outono vai embora e o sol ilumina-se no céu, como aconteceu quando o cavaleiro ofereceu o manto ao mendigo.
É por causa desta lenda que, todos os anos, festejamos o Dia de São Martinho a 11 de novembro. O famoso cavaleiro da história era um militar do exército romano que abandonou a guerra para se tornar num monge católico e fazer o bem.
São Martinho foi um dos principais religiosos a espalhar a fé cristã na Gália (a atual França) e tornou-se num dos santos mais populares da Europa! Diz-se que protege os alfaiates, os soldados e cavaleiros, os pedintes e os produtores de vinho.
Foi a 11 de novembro que São Martinho foi sepultado na cidade francesa de Tours, a sua terra natal e é por esse motivo que a data foi a escolhida para celebrar o Dia de São Martinho. Além de Portugal, também outros países festejam este dia. Em França e Itália, à semelhança de Portugal, comem-se castanhas assadas. Já em Espanha, faz-se a matança de um porco, e na Alemanha acendem-se fogueiras e organizam-se procissões.
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HALLOWEEN E PÃO POR DEUS. DUAS TRADIÇÕES VIVIDAS NO COLÉGIO]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/11/28/HALLOWEEN-E-P%C3%83O-POR-DEUS-DUAS-TRADI%C3%87%C3%95ES-VIVIDAS-NO-COL%C3%89GIOhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/11/28/HALLOWEEN-E-P%C3%83O-POR-DEUS-DUAS-TRADI%C3%87%C3%95ES-VIVIDAS-NO-COL%C3%89GIOThu, 28 Nov 2019 10:41:28 +0000
N’’Os Ilustres’, este ano, no dia 31 de Outubro, os alunos festejaram duas tradições muito próximas: o Halloween, de origem anglo-saxónica, e a tradição genuinamente portuguesa do ‘Pão por Deus’.
Com toda a equipa mascarada a rigor, mas de forma alegre para assinalar o Halloween, foi a diversão dos mais pequenos.
Já a tradição portuguesa do ‘Pão por Deus’ foi vivida através de uma actividade de grupo em que todos participaram na feitura de bolachinhas que, no final do dia, cada um levou no seu saquinho para casa.
A globalização tem cada vez implementado mais o Halloween entre os portugueses. O fenómeno da televisão, e mais recentemente a Internet, trazem até nós esta festividade anglo-saxónica.
Mas, fiquemos a conhecer melhor a tradição do ‘Pão por Deus’.
O Pão Por Deus é uma tradição bem portuguesa, mas a sua origem evolução e história até hoje é algo fascinante. Por vezes no entanto pensamos que poderá estar ameaçado por um Halloween que até poderá ter raízes longínquas partilhadas.
As Origens Pagãs
As oferendas aos mortos nestas alturas do ano são comuns em diversas culturas pagãs, incluindo as celtas que habitaram o que é hoje Portugal.
Tendo em conta que muitas teses apontam a origem do Halloween como festividades célticas é interessante ver as semelhanças e desenvolvimento de ambos.
Também sabemos que muitas festas pagãs foram aos poucos tomando roupagens Cristãs, e a pouco e pouco se fundiram.
A Origem do Pão Por Deus Cristão
Com o passar dos anos foi cada vez mais promovido pela Igreja Católica o culto dos mortos, e a tradição de reservar lugar à mesa, e também de deixar comida para os mesmos.
Começou também o costume de deixar o primeiro pão de uma fornada nesta altura à porta da casa tapado por um pano. Seria para honrar os mortos, mas a intenção era também quem de mais pobre por ali passasse tomasse a parte física para si.
Assim este pão para os fieis defuntos começou a ter a vertente de partilha com quem necessitava.
O Terremoto de 1755
Um dos dias mais negros da história de Portugal é o de 1 de Novembro de 1755. Neste Dia de Todos os Santos, Lisboa viria a sofrer a maior catástrofe da sua história, sendo muito do país também afectado por ela.
Aí os afectados por tal tormenta foram a quem algo salvou pedir Pão Por Deus, tentando ter algo para matar a fome, aos que sobreviveram à catástrofe,
Relatos contam que nos anos seguintes nesse mesmo dia se aumentou o costume do Pão Por Deus, em jeito de celebração e agradecimento a quem tinha sobrevivido. Talvez por isso esta tradição seja tradicionalmente mais forte na região da grande Lisboa.
Evolução até aos dias de Hoje
Com o passar dos anos progressivamente passou a ser cada vez mais um peditório das crianças. No século XX, onde os registos são mais constantes e fiáveis, começamos a ver muito o Pão Por Deus como a festa das Crianças.
Neste dia as crianças de manhã cedo iam de porta em porta a pedir o Pão Por Deus. Recebendo tradicionalmente frutos secos, romãs, pão e bolos.
Nos anos mais recentes, e mesmo contando alguns ciclos de menor fulgor, começou a ver-se cada vez mais como um dia em que as crianças pedem de porta em porta doces, sendo que ainda se continua a ver alguns frutos secos.
O saco de pano do Pão Por Deus é muito comum em todos estes registos, e nos dias que correm continua a existir, sendo que com a Internet temos visto muitos pequenos negócios a vender até versões personalizadas dos mesmos.
O Doçura ou Travessura Português
Um dos pontos de enfoque da cultura popular americana, que nos chega pela televisão e Internet, é a doçura ou travessura. É, no entanto, engraçado ver que algo semelhante existe tradicionalmente registado em Portugal.
As rimas e cantigas são normalmente descritas quando as crianças batem à porta. E em alguns casos vemos que detêm estrofes de agradecimento a quem oferta doces, mas menos simpáticas para quem não o faz.
Variações ao longo do país
Em muitas outras regiões do país o Pão Por Deus é celebrado. No entanto existe ao longo do território algumas variações do mesmo.
Na estremadura é conhecido muitas vezes como o “Bolinho”, e a tradição é dar bolos festivos especialmente confeccionados nesta época do ano.
Já nos Açores a tradição é dar estas caspiadas, que dizem lembrar a o topo de uma caveira humana, honrando assim também os mortos.
Desde a tradição celtica, passando por todas as tradições cristãs, o Pão Por Deus é neste momento uma festa do povo, e mais que tudo das crianças.
Com ou sem máscaras, com ou sem Halloween, o Pão Por Deus está para ficar, e penso até que tem voltado a crescer nos últimos anos. E é mais uma bela tradição de Portugal.
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‘OS ILUSTRES’ SOLIDÁRIOS NO DIA NACIONAL DO PIJAMA]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/11/28/%E2%80%98OS-ILUSTRES%E2%80%99-SOLID%C3%81RIOS-NO-DIA-NACIONAL-DO-PIJAMAhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/11/28/%E2%80%98OS-ILUSTRES%E2%80%99-SOLID%C3%81RIOS-NO-DIA-NACIONAL-DO-PIJAMAThu, 28 Nov 2019 10:38:24 +0000
Solidariedade é um dos valores que habitualmente agrega toda a comunidade escolar do colégio ‘Os Ilustres’. Mais uma vez e, de novo, com grande sucesso e envolvimento de todos, foi levada a cabo a acção de solidariedade do ‘Dia Nacional do Pijama’ que, este ano, consegui angariar €249,92 que será entregue à instituição ‘Mundos de Vida’. Como sempre sublinhamos, o envolvimento dos pais dos alunos foi a chave do sucesso: pela ampla participação das crianças, ao virem vestidas com os seus pijaminhas, pelo valor de donativos que conseguimos recolher e, por fim, mas não menos importante, pelo dia diferente e divertido que proporcionaram a todas as crianças que frequentam o colégio ‘Os Ilustres’.
O que é o Dia Nacional do Pijama?
O Dia Nacional do Pijama é um dia educativo e solidário feito por crianças que ajudam outras crianças.
Neste dia, as crianças até aos 10 anos (creche, jardim de infância e escola de 1º ciclo), nas instituições e escolas participantes, de todo o país (continente e ilhas) - ou de países onde há escolas portugueses -, vêm vestidas em pijama para a escola e passam, assim, o dia em atividades educativas e divertidas até regressarem a casa.
O Dia Nacional do Pijama realiza-se a 20 de novembro de cada ano. Nas semanas anteriores, as educadoras e professoras organizam, na sala com as crianças e com as famílias, um conjunto de atividades lúdicas e educativas inspiradas pela Missão Pijama. A data coincide com o dia da Convenção Internacional dos Direitos da Criança.
Este é um dia em que as crianças pequenas lembram, anualmente, a todos que "uma criança tem direito a crescer numa família".
O Dia Nacional de Pijama é uma iniciativa e marca registada da Mundos de Vida. É também uma iniciativa que faz parte da Missão Pijama.
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EVITE A PERGUNTA ‘COMO CORREU O TEU DIA?’. CONHEÇA AS ALTERNATIVAS]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/11/28/EVITE-A-PERGUNTA-%E2%80%98COMO-CORREU-O-TEU-DIA%E2%80%99-CONHE%C3%87A-AS-ALTERNATIVAShttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/11/28/EVITE-A-PERGUNTA-%E2%80%98COMO-CORREU-O-TEU-DIA%E2%80%99-CONHE%C3%87A-AS-ALTERNATIVASThu, 28 Nov 2019 10:35:40 +0000
O envolvimento dos pais na vida quotidiana escolar dos filhos é fundamental para um desenvolvimento harmonioso e equilibrado. Mas, evite sempre a pergunta ‘Como correu o teu dia’.
Nesta edição partilhamos, para leitura, um interessante artigo no qual são dadas diversas alternativas a esta pergunta proibida, bem como lhe ajuda a compreender porque não a fazer. Esta e outras demasiado óbvias. O melhor mesmo é ler o artigo que transcrevemos abaixo.
50 alternativas à pergunta "como correu o teu dia?"
A forma como se aborda a criança e o tipo de pergunta que lhe é colocada poderá fazer toda a diferença na informação revelada. Saiba porquê.
O dia-a-dia atarefado da maior parte das crianças, recheado de tarefas escolares, atividades e eventos sociais, inevitavelmente aumenta a curiosidade dos pais que gostam de se sentir envolvidos na vida dos filhos. Além da mera curiosidade, a ideia de que a criança poderá estar a precisar de ajuda, não só aguça essa vontade de saber, como poderá provocar alguma ansiedade nos pais. O que ocorre muitas vezes é que, ainda que sem intenção, os pais exagerem na tentativa de obter informações e em vez de se aproximarem da criança e criarem um espaço de partilha acabam por fazer com que a criança se retraia.
Neste sentido, emerge a questão "De que forma posso criar ou proporcionar no meu filho a vontade de falar sem que a sinta como uma obrigação?"
De um modo geral, todos estão de acordo quanto ao facto da pergunta "como correu o teu dia?" dificilmente levar a criança a responder mais do que um simples "correu bem". Logo, a forma como se aborda a criança e o tipo de pergunta que lhe é colocada poderá fazer toda a diferença.
Este texto, surge exatamente com o intuito de sugerir e apresentar algumas perguntas alternativas à comum questão "como correu o teu dia?". Procurando, por um lado, evitar a frustração por parte dos pais que sentem que não conseguem chegar até aos seus filhos e, por outro, evitar que a criança ou jovem, sinta que está a ser alvo de um interrogatório.
Deste modo, antes de serem apresentadas algumas sugestões de perguntas, são sugeridas algumas abordagens possíveis para iniciar a conversa com o seu filho e que podem considerar-se menos evasivas.
Assim, antes de mais, evite assoberbar o seu filho de perguntas assim que o vê, poderá estar cansado ou não lhe apetecer conversar imediatamente sobre o seu dia, por isso, pode ser importante dar-lhe algum tempo. Caso já tenha começado a conversa e perceber que a criança não se está a envolver o suficiente tente mais tarde. Pode estar apenas a iniciar conversa no tempo errado e neste caso vale mais fazer uma pausa e tentar noutra altura.
Outra possibilidade será fazer perguntas abertas, pois deste modo é mais provável que obtenha informações mais completas, promovendo histórias mais longas e explicações mais descritivas. Caso opte por perguntas fechadas, experimente dirigi-las para outros que não o seu filho, como por exemplo "Quem é o colega da tua sala que tu achas mais divertido?" ou "Conheces alguém da tua sala que tenha um animal de estimação?" ou, para os professores, neste caso poderão ser exemplo as questões "Qual dos teus professores admiras mais e porquê?" ou "O que gostarias de poder dizer ao teu professor?".
Posto isto, é importante respeitar os timings da criança e procurar que esta partilha não seja forçada nem sentida como uma obrigação por parte do seu filho. Lembramos também que é fundamental ter em consideração a idade da criança, pois as questões e abordagens deverão ser sempre adaptadas à mesma.
Algumas sugestões de perguntas alternativas à questão "Como correu o teu dia?"
- Do que gostaste mais no teu dia?
- Hoje aconteceu alguma coisa que te tenha feito sentir mal?
- O que comeste ao almoço?
- Apanhaste alguém a fazer alguma coisa engraça?
- Que brincadeiras fizeste no intervalo?
- A que jogaste durante o recreio?
- Qual foi a coisa mais engraçada que aconteceu hoje?
- Alguém fez alguma coisa simpática por ti?
- Qual foi a coisa mais simpática que fizeste por alguém?
- Quem é que hoje te fez sorrir?
- Qual foi a coisa mais interessante que aprendeste hoje?
- Quem levou o melhor lanche? O que era?
- O que te desafiou hoje?
- Como classificarias o teu dia numa escala de 1 a 10? Porquê?
- Se um dos teus colegas pudesse ser o professor por um dia quem gostarias que fosse? Porquê?
- Qual é a regra mais importante para o teu professor?
- Qual a coisa mais popular que há para fazer no recreio?
- Conta-me uma coisa que tenhas aprendido hoje sobre um colega.
- Qual foi a disciplina que hoje gostaste mais de estudar? Porquê?
- Qual foi o momento do dia em que te sentiste mais orgulhoso de ti?
- Qual foi a regra mais difícil de cumprir hoje?
- Este ano o que gostarias de aprender antes da escola terminar?
- Qual a pessoa da tua turma que é completamente diferente de ti?
- Que sítio da tua escola é o mais divertido?
- Alguém na tua sala tem dificuldade em cumprir as regras?
- Hoje fizeste algum amigo novo? Como se chama? O que gostaste mais nele?
- Há alguma coisa em que gostasses de ter ajuda?
- Se pudesses ser outra pessoa durante a semana quem escolherias ser? Porquê?
- Hoje estás agradecido pelo quê?
- Há alguma coisa que tenha acontecido hoje que gostarias de ter feito de maneira diferente?
- O que mudarias na escola?
- Com quem da tua escola gostavas de fazer amizade?
- O que faz de alguém um bom amigo?
- No que reparaste hoje que a maioria das pessoas não reparou?
- Preciso de uma gargalhada. Conta-me alguma coisa engraçada que tenha acontecido.
- Ao almoço sentaste-te perto de quem?
- O que te fez sentir feliz hoje?
- O que te fez sentir triste hoje?
- Aprendeste alguma coisa que ainda não soubesses?
- Hoje foste surpreendido por alguma coisa?
- O que fizeste hoje na escola que realmente te deu prazer?
- O que aconteceu durante o almoço de hoje?
- Passaste por algum momento embaraçoso?
- Sentiste-te confortável na sala de aula?
- O teu professor fez-te alguns elogios?
- O teu professor faz-te lembrar alguém que conheces? De que forma?
- Se amanhã tivesses a oportunidade de ser o professor o que ensinarias à turma?
- Alguém te provocou hoje na escola? De que modo?
- Diz-me uma coisa útil que tenhas feito hoje?
- Hoje na escola sentiste-te preocupado em algum momento?
Sugerimos ainda uma atividade relacionada com as questões acima indicadas e na qual pode envolver toda a família. Assim, e caso considere que o seu filho adere bem a este tipo de propostas, escreva as diferentes perguntas em papéis separados que posteriormente devem ser dobrados e colocados numa caixa.
A ideia é a família escolher um momento do dia em que se reúne e em que cada elemento tira um papel e desse modo, um de cada vez, responda a uma das questões colocadas na caixa. Aqui sugere-se que os pais adeqúem a pergunta que lhes calhar à sua realidade profissional. Tal regra, faz com que a criança não se sinta o alvo da atividade/conversa e torna-a um momento de partilha entre todos.
Além disso, o facto de os pais darem respostas, serve de modelo o que no caso de crianças que apresentem dificuldades em expressar o que sentem e em evocar acontecimentos anteriormente vividos poderá ser especialmente benéfico.
Fonte: Lifestyle Sapo
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PLANETÁRIO CALOUSTE GULBENKIAN]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/11/28/PLANET%C3%81RIO-CALOUSTE-GULBENKIANhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/11/28/PLANET%C3%81RIO-CALOUSTE-GULBENKIANThu, 28 Nov 2019 10:33:52 +0000
Situado em Belém, junto ao Museu de Marinha e ao Mosteiro dos Jerónimos, o Planetário Calouste Gulbenkian foi inaugurado em 1965 e realiza regularmente sessões de divulgação. Uma forma de aproximar a astronomia do grande público e, particularmente, das crianças. Sugestão de visita que lhe deixamos para estes fins-de-semana de chuva e tempo frio. Fundado em 1965 e remodelado em 2004, o Planetário possui um equipamento moderno dotado de um projector central, projectores de planetas, do sol, panorâmicos e allsky. É assim possível apresentar mais de 9.000 estrelas em ambos os hemisférios celestes, bem como a Via Láctea, cúmulos estelares e nebulosas, e também as figuras das constelações e linhas didáticas auxiliares. Entre outras, são promovidas sessões regulares em vários idiomas, exibições especiais para o público infantil e apresentações relacionadas com determinadas épocas do ano. A complementar este espaço, existe ainda uma Biblioteca com cerca de mil títulos e o Observatório Comandante Conceição Silva, com equipamento de observação que é habitualmente utilizado por astrónomos amadores. Toda a informação no site do Planetário Calouste Gulbenkian, aqui.
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DIA MUNDIAL DO ANIMAL: OS BICHOS VIERAM À ESCOLA]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/10/28/DIA-MUNDIAL-DO-ANIMAL-OS-BICHOS-VIERAM-%C3%80-ESCOLAhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/10/28/DIA-MUNDIAL-DO-ANIMAL-OS-BICHOS-VIERAM-%C3%80-ESCOLAMon, 28 Oct 2019 12:56:29 +0000
Como vem sendo tradição anual no colégio, no dia 9 de Outubro celebrámos o Dia Mundial do Animal (que, oficialmente é a 4), este ano em parceria da Associação Chão dos Bichos, no âmbito do Projecto Escolinhas, intitulado “Os Bichos Vão à Escola”.
Os alunos receberam no colégio duas voluntárias desta associação, acompanhadas por uma amiguinha chamada Pipoca. Uma cadela muito meiga e já velhinha, que até tinha pelos brancos, como repararam algumas das crianças.
Os donativos gentilmente oferecidos pelos pais e restante comunidade escolar foram entregues a esta associação nesse momento de interação com a Pipoca.
O Programa ‘Os Bichos Vão à Escola’
A pensar nas crianças, nos adolescentes, enfim, nos jovens, que são, afinal, o futuro deste País (e do Mundo), foi criada a iniciativa designada Os Bichos vão à Escola.
O Projeto Escolinhas leva às Escolas, Colégios, Creches, Centros de Estudos e outras instituições, duas voluntárias. Se foi o desejado, um ou dois animais acompanharão a visita.
O objetivo é alertar os mais novos para a problemática do abandono e maus-tratos. Adicionalmente, é mostrado o modo de funcionamento da Associação e são divulgadas as diversas formas de apoio.
Quando o resultado é uma recolha de donativos, estes serão entregues às voluntárias durante a visita.
A associação alberga mais de 500 animais.
Sobre a Associação Chão dos Bichos
A Chão dos Bichos Associação foi constituída em 2011. Sem fins lucrativos e com todo o trabalho desenvolvido exclusivamente em regime de voluntariado, o seu dia-a-dia é uma luta contra o abandono e maus tratos dos animais. Funciona como um abrigo para cães e gatos que aqui encontram uma grande família. Atualmente alberga mais de 500 animais.
Pode ficar a conhecer a associação através do site, aqui.
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DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO TRAZ ESPECTÁCULO AO COLÉGIO]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/10/28/DIA-MUNDIAL-DA-ALIMENTA%C3%87%C3%83O-TRAZ-ESPECT%C3%81CULO-AO-COL%C3%89GIOhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/10/28/DIA-MUNDIAL-DA-ALIMENTA%C3%87%C3%83O-TRAZ-ESPECT%C3%81CULO-AO-COL%C3%89GIOMon, 28 Oct 2019 12:54:18 +0000
Criar hábitos saudáveis de alimentação é uma das bases fundamentais para o sucesso escolar e saúde das crianças. Assim, o colégio celebrou, a 28 de Outubro, o Dia Mundial da Alimentação, com um espectáculo da companhia de Teatro Lanterna Mágica, intitulado “O Mundo dos Legumes”.
Este espectáculo de teatro, cuja animação foi criada por o encenador Wilde, na Bélgica, no ano de 2002, de uma forma lúdica, mas numa vertente educativa e didáctica, ensinou às crianças a importância dos legumes para uma alimentação saudável, através de muita brincadeira e de personagens divertidas, os legumes e um cozinheiro trapalhão.
O espectáculo foi dirigido a todas as crianças do colégio, desde o berçário até ao pré-escolar, tendo tido uma vertente mais sensorial para os bebés.
Sobre o Dia Mundial da Alimentação
Foi no dia 16 de Outubro de 1945, que a Organização das Nações Unidas fundou um grupo especial dedicado à Alimentação e à Agricultura.
Assim, desde 1979, passou-se a celebrar o Dia Mundial da Alimentação no dia 16 de Outubro, abrangendo hoje mais de 150 países dedicados a esta causa, cujos objectivos não só passam por consciencializar as populações sobre a importância da adopção de hábitos alimentares saudáveis como também alertar para a fome e desnutrição que lamentavelmente, ainda existe em muitos países do mundo.
Somos o que comemos
Emílio Peres, o “pai” das Ciências da Nutrição em Portugal, preconizava a famosa frase “Somos o que comemos”, e, na realidade, a forma como nos alimentamos tem uma influência determinante, não só no nosso estado de saúde como em todas as atividades diárias, sejam intelectuais ou físicas.
E como “desde pequenino é que se torce o pepino”, é na infância que se torna determinante educar as nossas crianças a adotar hábitos alimentares saudáveis. Cabe aos intervenientes (pais e educadores de infância) serem um exemplo para os mais pequeninos. Para isso, a educação alimentar deve não só ser lecionada como posta em prática no dia a dia.
Um estudo muito recente e surpreendente do ISPUP (Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto) concluiu que crianças até aos 4 anos de idade consomem doces e refrigerantes todos os dias e 9 em cada 10 crianças consomem diariamente de modo abusivo sal. Este estudo a 8700 crianças concluiu que 73% consomem alimentos densamente calóricos, como hambúrgueres, pizas e batatas fritas. Estes dados assustadores e alarmantes refletem uma sociedade virada para o “rápido e fácil” e pouco preocupada com o dia de amanhã. O ambiente que rodeia as crianças nesta faixa etária necessita de ser mais consciente no que respeita à alimentação. Não só em casa mas também nas escolas e jardins de infância, a preocupação de comer bem e melhor deve ser incutida.
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FORMAÇÃO EM INCLUSÃO EDUCATIVA]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/10/28/FORMA%C3%87%C3%83O-EM-INCLUS%C3%83O-EDUCATIVAhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/10/28/FORMA%C3%87%C3%83O-EM-INCLUS%C3%83O-EDUCATIVAMon, 28 Oct 2019 12:52:31 +0000
A formação contínua de toda a equipa, nas mais diversas áreas de actuação, sejam a segurança, primeiros socorros ou a inclusão educativa, como foi o caso este mês, é uma das preocupações da equipa de gestão do colégio.
Regularmente, são feitas formações. Desta vez, a equipa de ‘Os Ilustres’ participou numa acção de formação intitulada “Inclusão Educativa da Criança Diversa”, promovida pela CADIN – Neurodesenvolvimento e inclusão, em Setúbal.
Esta acção de formação visou apresentar o diploma legal DL54/2008 e dar ferramentas e estratégias para ajudar docentes e profissionais a trabalhar a educação inclusiva de crianças, no jardim de infância e primeiro ciclo.
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10 DICAS PARA EDUCAR COM ALEGIA (SEM SER O MAU DA FITA)]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/10/28/10-DICAS-PARA-EDUCAR-COM-ALEGIA-SEM-SER-O-MAU-DA-FITAhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/10/28/10-DICAS-PARA-EDUCAR-COM-ALEGIA-SEM-SER-O-MAU-DA-FITAMon, 28 Oct 2019 12:51:23 +0000
Ainda em início de ano lectivo, poderá se o momento apropriado para lhe deixarmos esta sugestão de leitura, breve e simplificada em tópicos sobre as 10 maneiras para educar com alegria sem ser o mau da fita, aos olhos do seu filho.
São conselhos da psicóloga Cristina Valente, autora do livro "Coaching para Pais" e especialista em parentalidade que aqui lhe deixamos.
1. Veja os erros como oportunidades
Olhe para os erros como excelentes oportunidades de aprendizagem. Não se culpe.
2. Tenha uma rotina
Crie rotinas para comer, dormir, estudar. As crianças adoram que a sua vida seja previsível!
3. Adormeça-os cedo
Respeite as necessidades de sono das crianças: as crianças que dormem bem e muito são as mais alegres. Não se devem deitar depois das 21h00.
4. Promova o respeito mútuo
Ensine-lhes que a vossa família é um sistema de suporte mútuo, significando que todos estão ao mesmo nível, ou seja, que todos merecem respeito e confiança.
5. Não interrompa
Quando o seu filho estiver a tentar dizer-lhe alguma coisa, interrompa o que está a fazer, foque a sua atenção e oiça. Oiça e escute. Ouvir é um processo físico; escutar é uma competência cognitiva. Mais tarde, vai poder exigir a mesma cortesia da parte dele.
6. Seja coerente
Uma boa forma de educarmos uma criança para que se torne emocionalmente forte é sermos coerentes e não vacilarmos nas regras e nas consequências a aplicar em caso de mau comportamento. Se formos firmes e coerentes, estamos a ensinar-lhe que nos preocupamos o suficientemente para esperar dela um comportamento responsável.
7. Prepare-os para a vida "lá fora"
Não tenha receio de desapontar a criança. Se ela está aborrecida porque o seu irmão mais novo teve um castigo diferente pode, por exemplo, dizer-lhe: “Compreendo que isto possa parecer-te injusto e lamento que estejas aborrecido, mas a vida nem sempre é justa”.
8. Valorize os aspetos positivos
Diga-lhe que gosta da forma como ela se está a comportar, em vez de apenas falar quando faz algo de errado. É preciso um pouco de prática para aprendermos o hábito de recompensar o bom comportamento em vez de castigarmos o que está a correr mal, mas é muito mais eficaz!
9. Envolva-os nas tarefas diárias
Os investigadores descobriram que as crianças nascem “programadas” para ajudarem os outros! Tudo o que temos de fazer é tirar vantagem dessa tendência natural. Pedir ajuda geralmente interrompe o mau comportamento.
10. Ensine-os a manter a calma
As birras acontecem quando a criança não consegue o que quer e zanga-se por isso. Nestas situações, deixe-a acalmar-se da melhor forma para ela. Abrace-a e embale-a até que se acalme. Se esta estratégia ainda a fizer ficar mais zangada, dê-lhe espaço para que se acalme sozinha.
Fonte: Sapo
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TEATRO EM BELÉM]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/10/28/TEATRO-EM-BEL%C3%89Mhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/10/28/TEATRO-EM-BEL%C3%89MMon, 28 Oct 2019 12:48:19 +0000
O Outono chegou e, ao que parece, veio para ficar. Assim, deixamos-lhe, na edição deste mês, uma sugestão de visita indoor para fazer, com todo o conforto, em família com o seu filho. Trata-se da peça de teatro ‘A Grande Viagem de Magalhães’, de Vasco Letria, que decorre no Museu Nacional de Arqueologia.
Integrado nas comemorações oficiais dos 500 anos da viagem de Circum-Navegação de Fernão de Magalhães, o espectáculo para as famílias "A Grande Viagem de Magalhães" dá a volta ao mundo sem sair do Museu Nacional de Arqueologia. Fique a saber tudo sobre a grande odisseia do navegador português, com paragens inesquecíveis no Brasil, na Patagónia ou nas Filipinas.
Local:
Museu Nacional de Arqueologia , Praça do Império, Belém
Datas:
Domingo, 27 de Outubro de 2019 a Domingo, 10 Maio de 2020
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Nesta edição da newsletter ‘Os Ilustres’, deixamos-lhe uma sugestão de leitura, mas também de escuta. Na ‘Rádio Observador’, Eduardo Sá tem uma rubrica intitulada ‘Porque sim não é resposta’, relacionada com os mais diversos temas, mas sobretudo com crianças. Convidamo-los a começar por este programa sobre o instinto maternal. Mas muitos outros poderá encontrar, como por exemplo ‘como explicar a morte às crianças’, ‘qual a idade ideal para ir para a escola’, entre muitos outros. Pode também assinar o podcast, disponível nas mais diversas plataformas.
Ainda assim, falta ainda a sugestão de leitura, que é para o mesmo jornal e para o mesmo autor. Pode encontrar todos os artigos de opinião de Eduardo Sá aqui, que são autênticos roteiros para lidar com os mais diversos desafios de ser pai e mãe de crianças nas mais diversas idades.
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MAAT COM ENTRADA GRATUITA E PROGRAMA PARA FAMÍLIAS]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/09/26/MAAT-COM-ENTRADA-GRATUITA-E-PROGRAMA-PARA-FAM%C3%8DLIAShttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/09/26/MAAT-COM-ENTRADA-GRATUITA-E-PROGRAMA-PARA-FAM%C3%8DLIASThu, 26 Sep 2019 14:12:33 +0000
Todos os anos, o Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia — MAAT celebra o seu aniversário de uma forma especial. Como sempre, e de forma a celebrar três anos de museu, as portas vão estar abertas a todos os que estiverem interessados em conhecer as exposições.
O open weekend acontece a partir de 4 de outubro, uma sexta-feira, e prolonga-se até domingo, dia 6. Desta vez, vai haver atividades especiais como um cine concerto de The Legendary Tigerman, visitas guiadas, oficinas para a família, exibições de curtas-metragens e uma festa Out Jazz à beira-rio.
Aproveite ainda para conhecer as exposições “Anima Vectorias”, da artista Angela Bulloch; “Economia de Meios”, mostra integrada na Trienal de Arquitetura de Lisboa; “Dreamers Never Learn”, de Vasco Barata; ou “Ama como a Estrada Começa”, de João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira. O MAAT vai estar aberto na sexta-feira e sábado até às 21 horas e no domingo até às 19 horas. Consulte a programação completa no site do museu.
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BEM-VINDOS! É UMA ENORME ALEGRIA ESTAR DE VOLTA]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/08/27/BEM-VINDOS-%C3%89-UMA-ENORME-ALEGRIA-ESTAR-DE-VOLTAhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/08/27/BEM-VINDOS-%C3%89-UMA-ENORME-ALEGRIA-ESTAR-DE-VOLTATue, 27 Aug 2019 16:01:39 +0000
O início do ano lectivo é sempre um momento especial para todos! Para os pais, particularmente aqueles que agora nos confiam os seus filhos pela primeira vez, para as crianças, que regressam ao colégio e à companhia quotidiana dos seus amigos, e também para nós, professores, auxiliares e equipa de gestão.
É um novo recomeço; um momento que marca o princípio de um ano que queremos que seja ainda melhor do que foi o anterior.
É, assim, uma enorme alegria estar de volta depois das férias. Para trás, ficou o tempo passado em família, as viagens, a praia e as noites quentes que serviram de tónico para um novo ano lectivo cheio de energia e novas aprendizagens.
Uma altura em que me parece propícia a partilha de um pequeno texto que escrevi para dar as boas-vindas aos que visitam o nosso website:
O nosso colégio tem, na afectividade e intrínseca relação com a família de cada criança, a sua essência. Estes dois elementos são, para nós, basilares no seu desenvolvimento individual, harmonioso e completo.
Sendo o colégio um dos espaços em que a criança passa grande parte da sua vida até ingressar no ensino básico, é fundamental que disponha de condições de excelência, num ambiente acolhedor, onde se sinta amada e respeitada e lhe sejam transmitidos valores basilares na sua educação, que lhe permitam diferenciar-se, não apenas a nível académico, mas também social.
Acreditamos que, para os pais, o colégio 'Os Ilustres' represente a segurança da melhor opção para a educação dos seus filhos.
Esperamos poder continuar a contar com a preferência de todos vós, o que muito nos orgulha.
Bem-vindos e desejo a todos um excelente ano lectivo!
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A IMPORTÂNCIA DAS SESTAS PARA AS CRIANÇAS]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/08/27/A-IMPORT%C3%82NCIA-DAS-SESTAS-PARA-AS-CRIAN%C3%87AShttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/08/27/A-IMPORT%C3%82NCIA-DAS-SESTAS-PARA-AS-CRIAN%C3%87ASTue, 27 Aug 2019 16:00:06 +0000
As sestas das crianças são um tema recorrente e que divide algumas opiniões, ainda que, em 2017, a Sociedade Portuguesa de Pediatria publicou uma recomendação sobre a prática da sesta das crianças nas creches e infantários. Passadas as férias e, agora, muito em breve, de volta ao colégio, partilhamos um artigo da ‘Magg’ sobre o tema, de que recomendamos a leitura.
Sestas são importantes para as crianças — e até ajudam a ter boas notas
De acordo com um estudo, as sestas podem aumentar os níveis de QI das crianças. Em Portugal, há creches que as eliminam a partir dos 3 anos.
Não é nenhuma novidade que as sestas são benéficas para as crianças. Se conseguirem descansar e dormir a meio do dia, os miúdos, na sua generalidade, ficam mais bem-dispostos, com mais energia e até mais recetivos a novas aprendizagens.
E embora este facto seja comprovado pela grande maioria dos pais, um estudo publicado a 28 de maio no jornal científico “Sleep” vem dar razão aos educadores. De acordo com a investigação da Universidade da Pensilvânia e da Universidade da Califórnia, há uma relação direta entre as sestas e um crescimento saudável das crianças.
O estudo, que contou com uma amostra de cerca de três mil crianças com idades compreendidas entre os 10 e os 12 anos, encontrou uma relação entre as horas de sono a meio do dia e uma maior felicidade dos miúdos que conseguiam descansar neste período. As crianças que dormiam a sesta também demonstraram mais autocontrolo, determinação, menos problemas comportamentais e níveis mais elevados de QI, sendo este último ponto especialmente encontrado nos alunos do 6.º ano de escolaridade.
“As crianças que fazem a sesta três ou mais vezes por semana beneficiam de um aumento de 7,6% pontos na sua performance académica no sexto ano”, afirmou Adrian Raine, um dos autores da investigação.
Por outro lado, a falta de sono e o cansaço durante o dia “afeta 20% das crianças”, salientou Jianghong Liu, o autor principal do estudo. Mais: os efeitos cognitivos, emocionais e físicos negativos da falta de sono estão bem estabelecidos e começam a afetar as crianças desde a idade do pré-escolar, ou até mais novas.
Em Portugal, a Sociedade Portuguesa de Pediatria publicou, em junho de 2017, uma recomendação sobre a prática da sesta das crianças nas creches e infantários (públicos ou privados). Tal como se pode ler no documento partilhado no site da sociedade, “a sesta deverá ser facilitada e promovida até aos 5, 6 anos”, sendo que a “privação do sono na criança está associada a efeitos negativos a curto e a longo prazo em diversos domínios, tais como o desempenho cognitivo e aprendizagem, a regulação emocional e do comportamento, o risco de quedas acidentais, de obesidade e hipertensão arterial”.
No entanto, apesar da recomendação, a realidade portuguesa continua a ser outra: muitas das creches e jardins-infância nacionais, sejam públicas ou privadas, eliminam a hora da sesta a partir dos três anos.
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AS AVENTURAS DE HUCKLEBERRY FINN]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/08/27/AS-AVENTURAS-DE-HUCKLEBERRY-FINNhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/08/27/AS-AVENTURAS-DE-HUCKLEBERRY-FINNTue, 27 Aug 2019 15:58:20 +0000
Tom Sawyer. Este nome põe-lhe um sorriso na cara e faz-lhe lembrar a sua infância? Então não vai querer perder a sugestão de visita que temos para si.
Um passeio em Sintra e, aproveitando o facto de por lá estar, ver a peça ‘As Aventuras de Huckleberry Finn’ na Quinta da Ribafria.
A companhia Byfurcação pegou no clássico da literatura americana e levou-o para a Quinta de Ribafria, em Sintra. Até 15 de Setembro, todos os sábados e domingos as famílias vão poder ver as peripécias do melhor amigo de Tom Sawyer. No início da estória vamos encontrar o nosso herói a viver sob os cuidados de duas irmãs, a Viúva Douglas e Miss Watson. Ambas cuidam dele como de um filho, mas Huck é um rapaz de espírito livre, avesso aos estudos e à disciplina, apreciador de uma vida sem regras, sem aborrecimentos e, sobretudo, sem sapatos. Para o acompanharem em mais uma aventura, os miúdos não se devem esquecer de levar chapéu, óculos de sol e creme protetor.
Local: Quinta da Ribafria
Endereço:
Estrada da Várzea Sintra 2714-501
Preço:
€5
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Com o final do ano lectivo, chegam as festas, os teatros e outras actividades que envolvem em festa toda a comunidade ‘Os Ilustres’. Mas, foi a entrega dos diplomas aos três finalistas o grande ponto alto. Um momento sempre muito emotivo. Se, por um lado, estão de saída do colégio, por outro, a alegria de ver crescer e dar novos passos a alunos que há muito frequentam o colégio.
O espectáculo de teatro ‘A Lagartinha’, para os alunos da valência de creche, e a peça “Caterpillar”, para os mais crescidos, do pré-escolar, foram os teatros que este alunos assistiram no dia 27 de Junho.
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AS FÉRIAS COMEÇARAM NA PISCINA DO COLÉGIO]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/07/29/AS-F%C3%89RIAS-COME%C3%87ARAM-NA-PISCINA-DO-COL%C3%89GIOhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/07/29/AS-F%C3%89RIAS-COME%C3%87ARAM-NA-PISCINA-DO-COL%C3%89GIOMon, 29 Jul 2019 20:14:19 +0000
Se, para as crianças (e não só!) há sinónimo de alegria e Verão, ele será uma festa com amigos numa piscina. Foi o que ‘Os Ilustres’ organizaram para os últimos dias de aulas dos alunos do colégio.
Sob a vigilância e orientação atenta de professores e auxiliares, a diversão foi permanente nas duas piscinas montadas no espaço exterior do colégio. Opções não faltaram. Desde uma piscina convencional, que convidava a descansar, até à concorrida e divertida piscina do dinossauro, com escorrega e queda de água, a convidar à diversão entre amigos.
Momento de muita alegria que ficaram registados nos alunos do colégio.
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MITOS DA PEDIATRIA]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/07/29/MITOS-DA-PEDIATRIAhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/07/29/MITOS-DA-PEDIATRIAMon, 29 Jul 2019 20:12:34 +0000
O jornal ‘Expresso’ tem um interessante artigo que partilhamos consigo sobre os 25 mitos da pediatria e que serve para que todos nós actualizemos conhecimentos em temas tão importantes como o sono, botas ortopédicas, animais, choro e muitas outras questões que poderão ou não estar alinhadas com o que se tornou o conhecimento popular generalizado.
Os 25 mitos da pediatria
Conhecimentos inéditos sobre o desenvolvimento biológico estão a revolucionar os cuidados aos mais pequenos.
Música na gravidez. Não é preciso nascer para ouvir. Hoje admite-se que o feto tem capacidades auditivas a partir das 12 semanas e guarda memória dos sons após o nascimento. Recomenda-se a audição de sons graves porque têm um efeito calmante e a música clássica está entre os estilos adequados. Os ritmos binários têm a vantagem acrescida de se assemelharem ao batimento do coração da mãe. Uma curiosidade: a cadência com que as mães embalam é igual ao seu ritmo cardíaco e é por isso que o bebé adormece mais facilmente.
Aleitamento. Evitar alimentos como laranjas, cebolas, leguminosas ou chocolates não diminui as cólicas no bebé. A alimentação da mulher deve ser variada desde a gestação porque está provado que o feto inicia o desenvolvimento das células sensíveis ao sabor às 14 semanas. Todos são unânimes sobre os benefícios da amamentação exclusiva até aos seis meses de vida do bebé e provou-se que estão erradas as teorias sobre a fraca qualidade do leite muito líquido ou que não escorre quando é deitado num copo. O aleitamento é prioritário e deve começar ainda na sala de partos.
Esterilização. Ferver ou esterilizar biberões e tetinas não é necessário se os pais lavarem frequentemente, e bem, as mãos. As doenças infecciosas são menos frequentes e em condições normais de habitabilidade e de higiene basta uma lavagem que elimine os resíduos.
Alimentos. É um erro excluir alimentos como peixe, gema de ovo, carne de porco e frutas nos primeiros tempos de vida. A selecção visava prevenir alergias, mas as organizações internacionais defendem que atrasar a diversificação alimentar, mesmo em alérgicos, não traz benefícios. Outro erro antigo: não se deve obrigar a comer nem negociar alimentos por alimentos - por exemplo, dar uma bolacha para compensar ter comido sopa - e os legumes e frutas devem estar sempre na mesa porque a sua presença influenciará a alimentação na vida adulta. No passado, os alimentos eram introduzidos com o aparecimento dos dentes e agora são recomendados aos quatro meses, quando não há amamentação.
Suplementos alimentares. Vitaminas para quê? A sociedade moderna caracteriza-se pela abundância e uma dieta equilibrada é suficiente. A excepção, sobretudo no primeiro ano de vida, é a vitamina D, que gerações reforçaram com 'colheradas' de óleo de fígado de bacalhau. A tradição tem sido recuperada sob outras formas: os ácidos gordos são decisivos na formação das membranas cerebrais e estão a ser redescobertos em óleos de peixes de profundidade.
Peso. Gordura não é formosura. Cada bebé tem o seu ritmo e as variações nem sempre são sinal de doença. Os pediatras afirmam que os pais modernos se preocupam em excesso com o crescimento e recomendam que pesagem e medição só sejam feitas nas consultas de rotina.
Sono. Não tem fundamento o medo de que os bebés deitados de costas podem sufocar no caso de bolçarem. Em situações normais, o corpo humano está preparado para evitar estas situações. O medo levou muitos pais a deitarem os recém-nascidos de barriga para baixo, mas hoje é reprovável e perigoso. É mandatório deitar os bebés de barriga para cima, pelo menos, até aos seis meses. Depois, é o próprio bebé que escolhe a posição mais confortável. O sono solitário foi estimulado por se acreditar que promovia a autonomia, mas não está provado.
Morte súbita. 'Abafar' os bebés não é o perigo principal. A morte de crianças saudáveis por razões inexplicáveis continua a registar-se e estudos recentes têm evidenciado que é mais comum quando os pais são fumadores, em famílias monoparentais e quando o bebé é deitado de barriga para baixo.
Choro. As lágrimas são mais do que fome ou fralda molhada. Descobriu-se que os bebés são muito sensíveis a estímulos e também precisam de aliviar a tensão. Ou seja, às vezes basta deixar chorar um bocadinho para perceber a mensagem.
Banho. Esperar pela digestão para dar banho é um mito. A água utilizada está morna e não existe choque térmico, responsável pela congestão. Além disso, o leite é de fácil digestão. O banho deve ser um prazer e a regra é 'água quanto baste e pouco produto de limpeza', sobretudo com glicerina, porque seca e irrita a pele em demasia.
Pele. Pó de talco fora da lista. A limpeza exagerada é inimiga da pele e um banho seguido de uma loção hidratante é suficiente. Na zona da fralda é necessária parcimónia no uso de toalhetes, pois limpam a sujidade, mas também podem arrastar a camada superficial da pele. Quando a fralda só está molhada e não existe irritação não é necessário usar creme ou pastas sob risco de provocar uma sensibilização excessiva. E o pó de talco está fora de moda porque as partículas podem ser inaladas pelo bebé.
Fralda. O uso precoce do bacio está fora de questão. Os pediatras estão a recuperar a tradição de retirar a fralda só aos dois anos porque o controlo precoce do esfíncter pode, afinal, trazer problemas.
Botas ortopédicas. Não vale a pena olhar para os pés antes dos dois anos. A ortopedia moderna respeita as regras de crescimento do pé e da marcha das crianças e qualquer calçado que faça alguma contenção interfere com a evolução normal. É ponto assente que é o exercício e não o calçado ortopédico ou formativo que cumpre a missão fisiológica. Sempre que possível, as crianças devem andar descalças e usar sapatos que protejam apenas o tornozelo e o calcanhar.
Creche. A socialização, afinal, só começa aos três anos. Na sociedade actual mães e avós trabalham e os bebés vão para a creche cada vez mais cedo. Contudo, a maioria dos pediatras regressou ao passado para recomendar os cuidados dos avós até aos três anos. Argumentam que os ganhos de afecto compensam.
Febre. A temperatura não é doença. A maioria das crianças faz quatro dias de febre e não é preciso baixar a temperatura de imediato como querem os pais dos nossos dias. Os médicos alertam que a febre é muitas vezes é um mecanismo de defesa do organismo e que um sinal de serenidade é a criança continuar a brincar.
Tosse. Adeus ao xarope. Tossir é uma forma do corpo para eliminar secreções e melhorar a respiração. Trata-se de um sintoma e não de uma doença e nos primeiros anos de vida não são recomendados inibidores.
Aerossóis. São os grandes terapeutas do século XXI. Ajudam a respirar melhor, contudo, os médicos têm dúvidas sobre o que os próximos avanços podem revelar sobre a sua utilização.
Ginástica respiratória. Comum na década de 90 revelou-se desnecessária. Era usada para bronquiolites e hoje sabe-se que aumentam o cansaço e as dificuldades de respiração.
Remédios caseiros. Vivem-se tempos de medicação excessiva. As precauções sobre o uso de remédios estão na ordem do dia e a regra é recuperar remédios caseiros como o xarope de cenoura e os preparados com mel.
Vacinas. O calendário mudou. As crianças dos nossos dias são mais vacinadas - e dizem os pediatras, estão mais protegidas - e já não é preciso recomeçar do zero quando há atrasos muito grandes.
Flúor. As gotas outrora comuns foram trocadas pelos dentífricos. Actualmente, é promovida a lavagem cada vez mais precoce dos dentes, aliás, logo que a dentição aparece na vida do bebé.
Brinquedos. Quantos mais, pior. As crianças precisam de estimular a imaginação e para isso não podem ter muitos brinquedos para poderem explorá-los ao máximo, dando-lhe várias utilizações. Os pais devem guardar os presentes, optando pela distribuição ao longo do ano.
Animais. Os eternos amigos estão de volta. Após várias teorias sobre o risco acrescido de alergias, cães, gatos, pássaros e outros animais são desejáveis para o desenvolvimento da criança.
Desporto. O cloro não faz alergia. A prática desportiva é defendida para o desenvolvimento psicomotor e a natação volta a liderar as preferências. A qualidade da água das piscinas melhorou e os bebés podem nadar a partir do sexto mês de vida. Só é preciso limpar o cloro com um banho abundante e dar bastante água para minimizar a sua presença no estômago.
Regras. O ónus dos pais sobre a personalidade dos filhos está mitigado. Passou a ser admitido que há crianças difíceis que complicam a vida das famílias e que as regras são, por isso, indispensáveis. A negociação deve existir, mas sem rendição, em especial, dos pais.
Teses de médicos portugueses
As orientações da pediatria moderna são conhecidas em Portugal e estão adoptadas por muitos especialistas. O Expresso ouviu alguns pediatras com trabalhos publicados nesta área e com funções em hospitais públicos de referência. Entre eles, o chefe do Serviço de Pediatria do Hospital de Cascais, Luís Pinheiro; o presidente do Colégio de Pediatria da Ordem dos Médicos, Anselmo da Costa; o neonatologista do Hospital de Santa Maria, António Simões de Azevedo; o presidente da Sociedade Portuguesa de Pediatria, Luís Januário, e o director da Pediatria Médica do Hospital de Dona Estefânia, Gonçalo Cordeiro Ferreira.
Fonte: Expresso
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PASSEIO DE ELÉCTRICO DE SINTRA À PRAIA DAS MAÇÃS]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/07/29/PASSEIO-DE-EL%C3%89CTRICO-DE-SINTRA-%C3%80-PRAIA-DAS-MA%C3%87%C3%83Shttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/07/29/PASSEIO-DE-EL%C3%89CTRICO-DE-SINTRA-%C3%80-PRAIA-DAS-MA%C3%87%C3%83SMon, 29 Jul 2019 20:08:11 +0000
Os eléctricos exercem sobre todos nós um particular fascínio, que nos é capaz de fazer viajar no tempo. Este mês, e como estamos em período de férias, propomos uma ida à praia de eléctrico com os mais novos. E a nossa sugestão vai para o eléctrico de Sintra, um dos ex-libris da região.
Surgiu em 1904 para preencher a necessidade de ligar a vila à Praia das Maçãs. Hoje, funciona como um transporte turístico e continua a fazer a ligação entre Sintra e a Praia das Maçãs.
São quase 13 quilómetros de percurso sinuoso entre a serra e o mar, de uma viagem que dura cerca de 45 minutos e onde os passageiros podem usufruir de carruagens abertas ou fechadas.
O Elétrico de Sintra é um dos mais emblemáticos monumentos e pontos de atração turística da histórica vila património mundial da UNESCO, considerado um monumento móvel que conta a história da povoação e da serra que lhe dá nome. Com um percurso que liga a vila de Sintra à Praia das Maçãs, este centenário elétrico percorre a encosta da serra num fresco, bonito e agradável percurso que vai até uma das melhores praias da região. A viagem é feita de forma lenta, para melhor absorver a paisagem que a Serra de Sintra oferece. Foi em 1886 que surgiu a ideia de dotar Sintra com um elétrico que ligasse a Vila à zona rural, explorando o paraíso verde da Serra, mas só em 1898 o projecto avançou. A 31 de Março de 1904 inaugurou o primeiro troço entre a vila e Colares, com a restante extensão, até à Praia das Maçãs, inaugurada em Julho do mesmo ano. São os atuais 12,685 quilómetros do Elétrico de Sintra, que ainda chegaram a ser 14,6 km quando a linha esteve aberta até às Azenhas do Mar.
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FORMAÇÃO SOBRE ANAFILAXIA]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/06/24/FORMA%C3%87%C3%83O-SOBRE-ANAFILAXIAhttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/06/24/FORMA%C3%87%C3%83O-SOBRE-ANAFILAXIAMon, 24 Jun 2019 12:59:18 +0000
O colégio ‘Os Ilustres’ recebeu, dia 31 de Maio, uma formação sobre anafilaxia (alergias graves), ministrada pela Missão Arco Iris – Associação de Apoio e Promoção à Inclusão de Crianças com Anafilaxia. Com o objetivo de tornar a vida dos meninos e cuidadores mais simples e feliz, a formação foi dirigida a pais e colaboradores do colégio.
A acção teve como objetivo ajudar os alunos, professores e assistentes, capacitando-os com a informação básica para saberem interagir com crianças com anafilaxia de forma justa e inclusiva.
Nos casos em que existe um ou mais alunos com a doença, além de esclarecer sobre a medicação SOS, são formados adultos com os cuidados a ter no dia-a-dia e numa emergência.
Os temas abordados pelo profissional de saúde foram a formação sobre a doença e medicação de SOS, com tornar a sala de aula uma zona segura, cuidados na preparação de atividades de forma inclusive e envolver a criança como parte do grupo e nunca excluir.
Características da criança com Anafilaxia
A Anafilaxia é a reação alérgica grave de rápida progressão que afeta todo o organismo, causada por uma reação excessiva do sistema imunológico, que pode causar dificuldades respiratórias, perda de consciência e, se não for socorrida rapidamente, pode ser fatal.
É importante que os pais procedam ao diagnóstico atempado das alergias nas crianças.
As causas mais frequentes de anafilaxia estão relacionadas com alimentos (como o amendoim e outras oleaginosas, trigo, crustáceos, ovos e leite), medicamentos (como a penicilina), o látex, picadas de insetos (como abelhas e vespas), exercícios físicos, entre outros.
Na ocorrência de sintomas alérgicos graves, deve ligar para o 112 ou dirigir-se de imediato a um serviço de urgência, onde deverá ser administrada a medicação de urgência para além de outros tratamentos.
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COMEMORAÇÃO DO DIA INTERNACIONAL DA CRIANÇA]]>https://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/06/24/COMEMORA%C3%87%C3%83O-DO-DIA-INTERNACIONAL-DA-CRIAN%C3%87Ahttps://www.colegioosilustres.pt/single-post/2019/06/24/COMEMORA%C3%87%C3%83O-DO-DIA-INTERNACIONAL-DA-CRIAN%C3%87AMon, 24 Jun 2019 12:57:01 +0000
Dia 1 de Junho o colégio ‘Os Ilustres’ comemorou o obrigatório Dia Internacional da Criança no recreio, com um piquenique muito saudável, onde estiveram presentes todas as crianças, desde o berçário ao pré-escolar. Um dia muito divertido para todos, como devem ser todos, particularmente nesta data comemorativa.
A origem do Dia Internacional da Criança Criado em 1950, alguns anos após o fim da II Guerra Mundial, para sensibilizar a comunidade internacional para os problemas que atingiam muitas crianças no mundo. Num panorama flagelado, em termos sociais e humanitários, a Federação Democrática Internacional das Mulheres e a ONU quiseram defender as crianças dessa destruição.
No entanto, ainda hoje estão por cumprir tantos dos princípios da Declaração Universal dos Direitos da Criança. A Unicef revelou que há 30 milhões de crianças em extrema dificuldade, nos países ditos desenvolvidos.
Este é um dia que fará todo o sentido lembrar enquanto existirem no mundo crianças a quem são negados os cuidados mais básicos – amor, saúde e segurança. Podemos mimar os nossos, sempre, ensinar-lhes quais os seus direitos, e consciencializar assim os adultos do futuro sobre a importância dos sentimentos, das boas ações e da ajuda ao próximo.
A Declaração Universal dos Direitos das Crianças
As Nações Unidas aprovaram, a 20 de novembro de 1959, a Declaração dos Direitos da Criança, proclamando os direitos das crianças de todo o mundo.
Todas as crianças têm o direito à vida e à liberdade.Todas as crianças devem ser protegidas da violência doméstica.Todas as crianças são iguais e têm os mesmos direitos, não importa a sua cor, sexo, religião, origem social ou nacionalidade.Todas as crianças devem ser protegidas pela família e pela sociedade.Todas as crianças têm direito a um nome e nacionalidade.Todas as crianças têm direito a alimentação e ao atendimento médico.As crianças portadoras de dificuldades especiais, físicas ou mentais, têm o direito a educação e cuidados especiais.Todas as crianças têm direito ao amor e à compreensão dos pais e da sociedade.Todas as crianças têm direito à educação.
Todas as crianças têm direito de não serem violentadas verbalmente ou serem agredidas pela sociedade.
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