10 COISAS QUE OS PAIS FAZIM ANTIGAMENTE E QUE DEVIAM VOLTAR A FAZER


Nesta edição da newsletter ‘Os Ilustres’ sugerimos a leitura de um interessante artigo do jornal ‘Observador’ sobre actividades e formas de estar que, em algumas famílias podem ter caído em desuso, mas que, aos pais, com certeza trarão ainda memórias.

Sejam ou não prática na sua família, é uma leitura que aconselhamos.

10 COISAS QUE OS PAIS FAZAM ANTIGAMENTE E QUE DEVIAM VOLTAR A FAZER

Jantar regularmente com toda a família, celebrar o aniversário em casa, realizar tarefas domésticas para poder brincar, são apenas alguns dos hábitos que não foram acompanhando a mudança dos tempos.

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. A verdade é que este ditado popular se assemelha muito às diferenças entre a educação parental dos dias de hoje com a educação dada há 30 anos. Educar uma criança no ano 2020 é completamente diferente do que era educar uma criança no inicio dos anos 90. No entanto, há certas regras que se deveriam ter mantido com o passar do tempo e que tornariam as crianças desta geração mais preparadas para a vida adulta.

O centro do mundo de um casal não deve ser o seu filho

Hoje em dia, a grande maioria dos pais coloca os filhos no centro do seu mundo e como uma prioridade no seu dia-a-dia. Este cenário é recente. Antigamente, os jovens eram obrigados a tornarem-se independentes muito mais cedo e o casamento era a prioridade dos progenitores. Como consequência, isto torna as crianças mais perguiçosas e com dificuldade em aceitar um não, algo que tornará a sua vida adulta muito mais complicada.

As brincadeiras na quinta... do Farmville

A tecnologia também mudou muito os dias das crianças. Hoje é raro uma criança dizer que prefere ir ao parque brincar do que ficar em casa com o Ipad da mãe ou do pai. De acordo com estatísticas do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças norte-americano, crianças entre os 8 e os 18 anos passam em média 7,5 horas por dia em frente a um ecrã. Isto não inclui propósitos educacionais. Por outro lado, as crianças passam, em média, 4-7 minutos por dia em brincadeiras não estruturadas ao ar livre.

O acesso à informação que tornou o mundo perigoso para as crianças... e as tornou menos preparadas para o mundo

A evolução do mundo e o facto de cada vez mais os pais terem mais acesso à informação fez com que a liberdade das crianças fosse diminuída. Com uma maior noção do que se passa no mundo, os progenitores começaram a deixar os filhos sair menos, com medo dos perigos e estes acabam por ser protegidos até muito mais tarde, perdendo assim a capacidade de se defenderem sozinhos.

Brincar? Só depois de aprender a ler

Hoje em dia há uma pressão muito maior sobre as crianças por parte dos progenitores. Ao entrarem no jardim de infância, a grande maioria dos pais espera que os seus filhos aprendam a ler, o alfabeto e até algumas palavras em inglês. Antigamente, a criatividade a brincadeira eram os focos principais dos pequenos no jardim de infância. Esta pressão aumenta a ansiedade nas crianças e causa-lhes mais stress no futuro.

Os obrigadas de 2020 ficaram em 1990

Também a educação, a forma de falar e estar é algo que mudou bastante na nova geração. Os jovens hoje em dia consideram ser muito mais fácil obter coisas e esquecem-se de agradecer por elas.

O jantar a quatro... passado no quarto de cada um

O jantar em família é uma tradição que se está a perder. Em muitas casas, os familiares separam-se visto estarem ocupados com outras tarefas e acabam por desvalorizar este momento familiar. As crianças que têm jantares familiares regulares têm menos probabilidade de vir a desenvolver ansiedade ou depressão

Brincar o dia todo

Cada vez é menos normal as crianças terem tarefas destacadas. Antigamente, para poder ir brincar com os amigos, tinha de se limpar o quarto, passar a ferro, ir às compras ou até mesmo limpar a casa de banho. Hoje em dia não existe uma exigência tão grande por parte dos progenitores nas tarefas domésticas e muitas vezes as crianças podem ir brincar sempre que lhes apetece sem terem de fazer nada em casa.

Na minha casa, as minhas regras?

Hoje em dia há um receio muito maior de reprender os filhos dos nossos amigos. Antigamente era muito mais normal reprender as crianças como se fossem nossos filhos, aplicando as nossas regras, enquanto os pais estavam ausentes. Em 2020 há mais receio de que os outros adultos levem a mal e pensem que nos estamos a meter na educação dos seus filhos.

"A melhor festa de aniversário tem de ser a minha!"

Parque de diversões ou jardim zoológico? Hoje em dia, as crianças exigem muito mais do seu dia de aniversário. "A Sofia foi ao Zoo. Eu também quero fazer lá a minha festa de anos" ou "Se o Tomás pode porquê é que eu não posso levar os meus amigos ao parque?" são algumas das questões das crianças aos pais. A verdade é que antigamente as festas eram festejadas em casa. Eram mais baratas e aproximavam bastante os familiares, que passavam sempre esta data juntos.

Menos é mais

O esforço dos pais do século 21 acaba por estragar as crianças e deixa-as pouco preparadas para as dificuldades e obstáculos da vida adulta.

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